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Autoral Postado em terça-feira, 30 de junho de 2020 às 14:56
As vantagens para seu negócio em tomar ajuda financeira pela linha de crédito PRONAMPE podem ir muito além do que você contemplou inicialmente na sua decisão de renunciar ao socorro.

Se você se enquadra em uma destas situações e não se habilitou ao crédito, recomendamos repensar a sua posição:

    1. Utilizando adiantamento de recebíveis ou tomando limite de cheque especial;
    2. Financiamento em curso com custo elevado,  que pode ser quitado em possibilidade de negociação favorável;
    3. Refinanciamento de dívidas de tributos federais e estaduais em curso;
    4. Posição justa de caixa sem maiores compromissos, mas com estoques elevados combinado com a necessidade de         recomposição por produtos da nova coleção;
    5. Caixa “frágil”  e/ou muito ajustado para fazer frente a uma situação que pode se arrastar por mais tempo.

Cada caso merece uma avaliação específica, mas na essência, a engenharia financeira proposta tem dois propósitos:

        - Baixar custos e alongar a dívida – mediante a substituição de débitos atuais, com possibilidade de uma negociação vantajosa para a liquidação a vista (casos 1, 2 e 3);
        - Fortalecer o capital de giro para permitir negociar vantagens de pagamento com fornecedores (casos 4 e 5), e de outra parte, administrar melhor as liquidações, evitando as agressivas por desespero de “caixa”.

A gestão dos novos tempos recomenda menos ousadia e mais prudência  e conservadorismo na administração do caixa. Além do conforto e tranquilidade é certo que se refletirá em fazer bons negócios de imediato e por mais tempo.
É um respiro em tanto o prazo do financiamento, com carência de até 8 meses e 36 meses para pagar. Condição que certamente vai fortalecer a sua tranquilidade e confiança no futuro.

Se o seu negócio se situa em faturamento anual até R$ 4.8 milhões ano (média R$ 400 mil/mês), ele está em condições de se habilitar. O financiamento poderá ser de até 30% do valor anual de receita.
Se tiver dúvidas entre em contato conosco (051) 993140609. 

Lei mais instruções adiante.

A Caixa Econômica Federal detalhou as regras da nova linha de crédito Giro Caixa- Pronampe, baseada no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), anunciado pelo Governo Federal. A medida foi instituída pela Lei nº 13.999 e tem como objetivo oferecer recursos para os pequenos negócios em meio à crise gerada pelo coronavírus.

A opção é destinada às MEIs, micro e pequenas empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano. Serão disponibilizados R$ 3 bilhões em capital de giro para auxiliar as empresas.

Como vai funcionar
Para conseguir o acesso ao crédito, a empresa precisa passar por três etapas. Primeiro deve manifestar seu interesse por meio da página da Caixa. Depois deve aguardar o contato de um gerente para o envio de documentação e demais informações ao banco. Se a linha de crédito for aprovada, a empresa pode efetuar a contratação.
O banco não informou o tempo médio de espera para que a empresa recebe um retorno da Caixa.

Os prazos de de pagamento do financiamento são de até 36 vezes, com 8 meses de carência.

A taxa de Juros anual máxima é a Selic +1,25 % a.a (taxa 0,35 % a.m.).


Veja as condições do programa:

Veja uma simulação feita pela Caixa:

Questionado sobre a dificuldade de acesso a crédito que empresas desse porte vêm sofrendo na pandemia, Pedro Guimarães, presidente da Caixa, justificou que o banco já emprestou desde o começo da pandemia R$ 7 bilhões para micro e pequenas empresas e o Fundo de Garantia de Operações (FGO) é um diferencial do programa. Na prática, o FGO tem por finalidade garantir parte do risco dos empréstimos e financiamentos concedidos pelas instituições financeiras que são cotistas do fundo. Assim, os bancos se sentem mais seguros para liberar o crédito em meio à pandemia.

“O Pronampe ajuda porque conta com um volume de garantias muito superior ao que se encontra hoje no mercado. Com isso, conseguimos ofertar o crédito a uma base muito maior de empresas. Com esse programa, todos os bancos que ofertarem a linha de crédito tendo o FGO como garantia de risco de crédito, de não pagamento, terão uma garantia mais significativa. Dado isso, o risco de crédito é menor e poderemos emprestar para um número maior de empresas.”

Por se tratar de uma ferramenta nova, inicialmente o processo será mais lento e burocrático até a conclusão de desenvolvimento do app de suporte e atendimento do mesmo. Para maior eficiência, nesse momento de pandemia, o contato inicial deve ser feito através do site, para demonstração de interesse no financiamento e cadastro inicial. O primeiro passo é conseguir o “code number” da Receita Federal com a ajuda do seu contador, qual também, informará o valor da sua receita anual, que será o primeiro comprovante para se habilitar na Caixa Federal ou no seu banco credenciado ao repasse da linha de crédito.

Após cadastro de interesse no site, fazer contato com o/um gerente bancário da Caixa e se informar de período e próximos passos a seguir para melhor resultado e concessão de crédito.


Cronograma
As empresas poderão solicitar a contratação da linha de crédito entre 16 de junho e 19 de agosto, seguindo este calendário:


Contate-nos para maiores esclarecimentos ou ajuda:
Molter Consultores Associados. (051 3582 7000) ou (051 993140609)

Fontes: Molter - Infomoney - Caixa Econômica Federal
Autoral Postado em terça-feira, 16 de junho de 2020 às 16:22
Em 08 de maio reproduzimos na nossa News semanal, as informações dos primeiros impactos do Covid-19 na economia. Na ocasião, o fizemos com abrangência local (RS), ao período de 16/03 a 10/04, cujos dados encontram-se atualizados na presente News até 05/06.

Agregamos as informações nacionais mediante o índice do PMC (do IBGE), com dados compilados até março, mês que destacamos em separado considerando que foi o primeiro do efetivo impacto da pandemia na economia. Cabe esclarecer que é normal o atraso da publicação deste boletim, pela sua profundidade e detalhamento e por consequência qualidade/confiabilidade.

Uma fotografia local do impacto da COVID na economia
    (Postado em sexta-feira, 08 de maio de 2020 às 09:16)


Gráfico 1 – PMC (IBGE) – Brasil; Março 2020
– Vendas do Comércio Varejista Ampliado * (com veículo e material de construção).
– Diminuição de 13,7% em relação ao mês anterior, quando usualmente março é de crescimento; 
– Destaque positivo – Hiper e Supermercados, alimentos e outros +14,6%
– Destaque negativo – Tecidos, vestuário e calçado – 42,2%



Tabela 2 – PMC (IBGE) – Brasil; 1° Trimestre_2020
- Vendas do Comércio Varejista Restrito e Ampliado;
- Restrito crescimento de 1,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior; Ampliado 0% de acordo com o mesmo critério;
- Destaque positivo –Artigos Farmacêuticos, médicos etc. + 9,1%; Hiper e Supermercados, alimentos e outros +4,1%;
- Destaque negativo – Equipamentos e materiais de informática e escritório, – 14,4%; Tecidos vestuário e Calçados – 12,4%.





Gráfico 3 – PMC (IBGE) – Brasil; março 2020
– Volume de Vendas do Comércio Varejista Restrito e Ampliado (divisão por estado) ;
– Variação percentual em relação ao mesmo mês do ano anterior; 




Dados do Boletim Semanal da Receita Estadual(RS - Impactos do Covid-19


Gráfico 4 -  Acusa variações no valor médio acumulado das vendas das últimas 12 semanas por categoria:
                       –Higiene e alimentos +5%;
                       –Medicamentos e materiais hospitalares +2%;
                       –Demais Produtos (entre os quais confecção e calçado) -25% 





Tabela 5 – Em síntese – Perdas de vendas semanais comparativas ao mesmo período de 2019, por segmento de produto,  na semana 12 e no acumulado:
Algumas informações em destaque que nos interessam mais diretamente:
                     - Vestuário e seus acessórios sem malha  –56% no acumulado das  semanas e –26% na última semana;

                     - Vestuário e acessórios de malha –47% no acumulado e, –13% na última semana;

                     - Calçados, e artigos semelhantes –51% no acumulado e, –25% na última semana.