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Autoral Postado em quinta-feira, 28 de maio de 2020 às 16:28
É notório que estamos mais maduros, com “os pés no chão”,  em processo de assimilação do momento. Já tendo a consciência da realidade presente é preciso reconhecer que a situação assusta e exige o máximo de nossa capacidade e equilíbrio para encontrar saídas e fazer novas experimentações, como nunca antes feito.


Convenhamos, este é um ano marcante, que ao contrário do que prometia,  vai entrar para a história como um dos maiores desastres humanitários em meio a um enredo de versões e confrontos universais, e como se não bastasse, resolvemos turbinar com a nossa engenhosa capacidade de fazer mal a nossa tão maltratada pátria. Levaremos tempo para entender o que está por de trás no jogo de poder universal  e a ilimitada tolerância humana. Ficará num passado distante inesquecível para ser lembrado de tempos em tempos e fazer parte da nossa história para contar as gerações vindouras.

Aumentou a nossa responsabilidade de manter a continuidade dos negócios diante da grandeza dos riscos iminentes.  A missão reservada para esta nossa jornada, é proteger os mais próximos que dependem de nós, e a medida da nossa condição exercitarmos a solidariedade e “esticar o nosso braço” para ajudar pessoas mais necessitadas.

A vida contínua e existem boas razões para seguir sonhando com fé na busca de caminhos e desvios das armadilhas da mente.  São estes princípios que nos movem para criar as pré-condições para manter um clima emocional à dedicação a matéria financeira. Qual é o desafio: Reprogramação mental para mudar e responder positivamente a uma atividade “espinhenta” e desconfortável, de forma positiva e propositiva de se empenhar na construção de um caminho e roteiro claro, com resultados para o seu negócio e ressonância para o bem estar geral na sua vida. 

Liberte-se do poder do pensamento pessimista, das queixas, da não aceitação, lançando mão do pensamento resiliente.

Fonte: Autoral
Neori Molter (Diretor da  Molter Consultores Associados - Especialista em Gestão & Governança)
Autoral Postado em sexta-feira, 08 de maio de 2020 às 09:16
Logo mais, teremos a mão o índice nacional do PMC, expedido mensalmente pelo IBGE, para avaliarmos o impacto do evento presente na economia nacional e termos subsídios das perdas e eventualmente ganhos dos segmentos nas diferentes regiões do Brasil, indispensável para reorientar a estratégia e ações dos nossos negócios. Neste interim apresentamos as informações do boletim do estado do Rio Grande do Sul, cujos resultados negativos já eram esperados, mas até então não tínhamos a intensidade do impacto na nossa economia.

É de conhecimento público, a degeneração à tempos das finanças públicas do RS, situando-se entre os estados mais endividados da união, pelas administrações caóticas dos últimos tempos, haja visto o nosso distanciamento de estados sadios, ao exemplo da nossa vizinha Santa Catarina. Pois bem, vai ai um material para reflexão a partir da “sinuca de bico”  que estamos metidos, termo muito usual no nosso “gauches” para rotular uma situação sem saída.  Aliás, quando invocamos reflexão em termos de estado e Brasil, deixo uma pergunta que evitamos de fazer, nem mesmo pensar, para não chegar a resposta óbvia: Quem pagará esta conta?

Veja o tamanho da confusão. Em toda adversidade, existe uma oportunidade. Talvez tenhamos a mão uma motivação de ajuste abrupto dos gastos de folha de pagamento, ao invés da panaceia de obter uma promessa de “não repassar aumentos de salários nos próximos anos”. Esqueça! Não pense mais. Foque no seu negócio, afinal é o que temos propalado.

C E N Á R I O   A T U A L  

Premissas

- Período de Referência das Informações: Semanal de 16/03 até 10/04. Quatro semanas a partir do início da Pandemia

1.      Gráfico 1 – Valor médio diário de notas fiscais emitidas :
                a. Avaliação comparativa semanal com base comparativa em relação a semana 1 – de 16/03 a 20/03.


2.      Gráfico 2 – Evolução da Venda de Produtos no Varejo por Categoria:
                b.   Variação da Venda média diária no período em referência;


3.      Gráfico 3 – Colunas verticais com movimento semanal das maiores perdas comparativas em relação ao ano anterior por segmento.
                - Tabelas 1 e 2 - Evolução das Vendas de Produtos no Varejo – Top 10 das maiores perdas e ganhos;

               - Valor médio diário da semana 04 /04 a 10/04 de 2020 em relação ao mesmo período de 2019 – por segmento de produto;

 O dados falam por si.

Para esclarecimentos e debates entre em contato conosco.

Nas próximas semanas aprofundaremos a análise e as consequências econômicas e para a vida pós pandemia.

Gráfico 1 – Em síntese – Acusa perdas sucessivas no valor médio das vendas em relação a 2019 em 17,10%, atenuado pela venda superior na primeira semana de 15,1%
 


Gráfico 2 – Em síntese – Acusa variações no valor médio acumulado das vendas das últimas 4 semanas por categoria:
                       - Higiene e alimentos + 9,3%;
                       - Medicamentos e materiais hospitalares +9,1%;
                       - Demais Produtos (entre os quais confecção e calçado) -49,6% 
 

Tabela 1 – Em síntese – Perdas de vendas semanais comparativas ao mesmo período de 2019, por segmento de produto,  na semana 4 e no acumulado
Algumas informações em destaque que nos interessam mais diretamente:
                     - Vestuário e seus acessórios sem malha  -82,8% no acumulado das  semanas e – 88,4% na última semana
                     - Vestuário e acessórios de malha - -81,2% e – 80,5%
                     - Calçados, e artigos semelhantes - -78,9% e – 76,9%




Tabela 2 – Em síntese – Os maiores ganhos nas vendas semanais comparativas ao mesmo período de 2019, por segmento de negócio,  na semana 4 e no acumulado
                - Peixes e Crustáceos +141,1% no acumulado das  semanas e + 426,2%  na última semana
                - Cereais +47,2%  e  +29,7%
                - Cacau e suas preparações +31,1% e +105,3%
                - Junto com os peixes e crustáceos em evidência, a proteína animal apresentou aumento de 19,6% no acumulado e 15.9% na última semana, sempre em comparativo em igual período ano anterior. 
 

Gráfico 3 – Perdas semanas de vendas nas últimas 4 semanas em relação a igual período do ano anterior, por segmento de negócio
                  - Na ordem, as maiores perdas estão com coureiro calçadista, móveis, têxteis e confecções, Metalurgia, Veículos 
 
FONTE: Neori Molter (Diretor da  Molter Consultores Associados - Especialista em Gestão & Governança)