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Economia & Finanças Postado em domingo, 18 de março de 2018 às 15:37
Segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal), houve avanço de 0,4% no ritmo dos negócios em janeiro/18 na comparação com dezembro/17, já efetuados os devidos ajustes sazonais. Comparando-se com Janeiro/17, a alta interanual deste primeiro mês de 2018 foi de 2,6%.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, impulsionada pelos recuos da inflação e dos juros, e pela melhora dos níveis de confiança de consumidores e empresários, como também por melhores condições de crédito, a atividade econômica abriu o ano de 2018 em expansão, prosseguindo na atual tendência de recuperação iniciada em 2017.

Pelo lado da oferta agregada, a agropecuária avançou 2,1% em janeiro/18, superando o crescimento de 0,7% realizado pelo setor de serviços. Por outro lado, a indústria recuou 2,3% em janeiro/18 em relação ao último mês de 2017, já excluídos os efeitos sazonais.

Na comparação com o primeiro mês do ano passado, a maior alta foi de 3,1%, observada no setor de serviços. Na indústria a expansão interanual foi de 0,3% ao passo que no setor agropecuário, houve retração de 1,2% em janeiro/18 perante o mesmo mês do ano passado.

Pelo lado da demanda agregada, as exportações crescendo 2,8% foram o principal destaque da atividade econômica em janeiro/18 frente a dezembro/17. Ainda no campo positivo, o consumo das famílias cresceu 0,1% neste primeiro mês de 2018. Na direção contrária, janeiro/18 registrou quedas de 1,8% nos investimentos, de 0,5% no consumo do governo e de 0,7% nas importações.

Frente a janeiro/17, o consumo das famílias avançou 2,4%, os investimentos 5,7%, as exportações 10,7% e as importações 9,2%. Somente o consumo do governo se retraiu neste critério de comparação: -1,3%.

Fonte: Serasa Experian
Economia & Finanças Postado em domingo, 18 de março de 2018 às 15:31
O resultado das exportações gaúchas revela uma grande expansão em fevereiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. As vendas externas totais cresceram 219,5%, somando US$ 2,98 bilhões, nesse caso contabilizada uma plataforma de petróleo e gás (P-74), no valor de US$ 1,53 bilhão. A influência exercida sobre o resultado da indústria também foi acentuada (+221%, totalizando US$ 2,72 bilhões). Mesmo se a operação com a plataforma não fosse considerada, o incremento dos embarques do setor secundário gaúcho ainda teria sido bastante alto: 40% de elevação, alcançando US$ 1,19 bilhão.

Como consequência disso, fevereiro fechou com o maior nível das vendas externas industriais para o mês de toda a série histórica, iniciada em 1996, e a taxa mais acelerada de crescimento nessa base de comparação desde janeiro de 2005 (42,1%). Além de Outros equipamentos de transporte (77.200%, graças à venda da plataforma), destacaram-se Máquinas e equipamentos (285,7%). Neste setor, as contribuições mais importantes vieram com a venda não recorrente de compressores de gases (US$ 84,9 milhões) e de máquinas e aparelhos mecânicos com função própria (US$ 44,6 milhões) para a China. Celulose e papel (172,7%), Tabaco (55,1%), Alimentos (14,8%) e Veículos automotores, reboques e carrocerias (35,4%) igualmente apresentaram desempenho significativo para as exportações gaúchas. Por outro lado, as categorias de Materiais elétricos (-23,5%) e Couro e calçados (-2,6%) registraram as maiores quedas.

Já as importações totais subiram 22,7%, totalizando US$ 900 milhões no segundo mês de 2018. Nos produtos por categoria de uso, todos os segmentos tiveram aumento: Bens de consumo (75%), Bens intermediários (13%), Combustíveis e Lubrificantes (44,9%) e Bens de capital (5,6%). A recuperação em curso da atividade industrial e o otimismo do empresariado ajudam a explicar esse resultado.

ACUMULADO

No acumulado do primeiro bimestre de 2018, as exportações gaúchas foram de US$ 4,27 bilhões, alta de 112,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Desse total, a indústria foi responsável por US$ 3,78 bilhões (+115,9%). Os melhores resultados vieram de Outros equipamentos de transporte (77.400%), Máquinas e equipamentos (146,9%), Tabaco (100%), Veículos automotores, reboques e carrocerias (60,1%) e Celulose e papel (54,5%). Quem mais perdeu foi a categoria de Materiais elétricos, com recuo de 16,1%.


Fonte: Fiergs