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Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 07 de agosto de 2018 às 18:06
Vivemos em uma era digital. Momento em que a tecnologia incita a mudança de comportamento de consumidores e de empresas. Neste contexto, o relacionamento entre marcas e seus clientes ganha novas dimensões. Mas como as corporações podem se destacar nessa nova realidade e gerar mais negócios tendo o usuário final como foco principal?

Os consumidores se adaptaram à era digital há anos. Internet banking, compra de passagens aéreas e serviços de transporte via aplicativo, e por aí vai. Seus hábitos também mudaram: já não consomem, não se locomovem e não buscam por informações como antes. Essa nova era nos exige refletir como estamos nos relacionando com nosso públicos.

Tudo se tornou mais ágil e, em decorrência disso, o volume de informações aumentou. Para acompanhar essa nova fase, a tecnologia facilita a conexão entre empresas e usuários e garante resultados mais assertivos para os negócios.

Porém, ainda há o desafio de educar empresas sobre adotar a tecnologia como aliada em todas as etapas dos negócios. Seja para aperfeiçoar o conhecimento sobre seus públicos e concentrar esforços de maneira estratégica, ou mesmo adaptar seus produtos e serviços às necessidades dos novos consumidores. Muitas organizações trabalham com base em informações genéricas e limitado entendimento do mercado e de potenciais compradores. A consequência é um contingente enorme de clientes invisíveis às lentes usadas pelos modelos tradicionais de prospecção.

Em economias em alto desenvolvimento como o Brasil, companhias especializadas no uso de informação têm capacidade de ajudar seus clientes a aperfeiçoarem o relacionamento com consumidores, gerando mais credibilidade, fidelização e lucro ao oferecer mais produtos e serviços de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Uma empresa que não consegue entender o comportamento de seus atuais e possíveis consumidores perde espaço para a concorrência.

Este processo impacta diretamente a sociedade, pois as empresas passam a olhar o consumidor de forma individual e atender suas necessidades específicas. Dessa maneira, uma pessoa com perfil que antes poderia não ser interessante para uma instituição financeira ou varejista, por exemplo, passa a ser público-alvo. A organização percebe que é possível que essa pessoa tenha acesso a bens e serviços de acordo com seu perfil e comportamento financeiro particular. Isso tudo acontece a partir da análise de dados alternativos.

Há alguns anos, um negócio de sucesso era aquele que tinha uma proposta de valor imutável e mercado voltado para resultados. Na era digital, é preciso estabelecer sinergia com o cliente, investir em pesquisas de interesse e mudar processos. As mudanças não se referem somente à inserção da tecnologia nos negócios. É uma nova cultura organizacional, que semeia e promove a inovação com foco no consumidor e com impacto direto na qualidade de vida da população.

Fonte: DCI