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Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 22 de maio de 2018 às 06:47
O varejo brasileiro teve expansão de 2,1 por cento em abril na comparação com o mesmo mês de 2017, descontada a inflação do período, de acordo com o Índice Cielo de Varejo Ampliado(ICVA), divulgado pela empresa empresa de meios de pagamentos Cielo.

Ajustado ao efeito calendário, o índice deflacionado subiu 2,6 por cento, uma aceleração em relação à alta de 2,2 por cento apurada em março no mesmo conceito.

Já em termos nominais, número que reflete o que o varejista de fato observa na receita das suas vendas, o ICVA subiu 3,2 por cento em relação a abril do ano passado.

"O ICVA vem mantendo a trajetória de aceleração e mostrando uma recuperação consistente nos últimos meses, embora de forma lenta", disse o diretor de Inteligência da Cielo, Gabriel Mariotto, em nota.

No mês passado, todos os setores do varejo apresentaram crescimento no conceito deflacionado com ajustes calendário. Na comparação anual, a expansão foi puxada principalmente pelo desempenho dos setores de supermercados e hipermercados, seguido por móveis, eletrodomésticos e lojas de departamento. Por outro lado, o segmento de vestuário e artigos esportivos mostrou desaceleração no mesmo conceito.

Regionalmente, os destaques positivos foram as regiões Centro-Oeste e Sul, que tiveram as maiores acelerações pelo ICVA deflacionado com ajuste de calendário.

Pelo ICVA deflacionado sem ajustes de calendário, na comparação com abril do ano passado, o varejo ampliado na região Norte subiu 7,7 por cento. Na sequência vieram as regiões Nordeste (+3,4 por cento) e Sul (+3,2 por cento). As regiões Centro-Oeste e Sudeste tiveram altas de 1,9 por cento e 0,9 por cento, respectivamente.

Já pelo ICVA nominal, que não considera o desconto da inflação, o destaque foi a região Norte, com alta de 7,8 por cento. Na sequência vieram as regiões Nordeste e Sul com crescimentos de 4,6 por cento e 4,1 por cento, respectivamente. As regiões Centro-Oeste e Sudeste tiveram altas de 3,4 por cento e de 2,4 por cento, respectivamente.

Fonte: Reuters
Economia & Finanças Postado em terça-feira, 22 de maio de 2018 às 06:46
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu para 55,5 pontos em maio. Foi a segunda queda consecutiva do indicador, que está  1,2 ponto inferior ao de abril, informa a pesquisa divulgada nesta segunda-feira (21), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). "As duas quedas consecutivas, de abril e maio, interrompem uma sequência de oito meses de crescimento, ou pelo menos de estabilidade, do ICEI", diz a pesquisa. 


Mesmo assim, o índice, que está 1,3 ponto acima da média histórica, mostra que os empresários continuam otimistas. A confiança é maior nas grandes empresas, segmento em que o ICEI ficou em 56,9 pontos em maio. Nas pequenas, o índice foi de 53 pontos e, nas médias, de 55,1 pontos.  O ICEI varia de zero a cem pontos. Quando está acima de 50 pontos, reflete  confiança dos empresários. 

De acordo com o levantamento, a queda do ICEI neste mês é resultado tanto  do recuo da confiança sobre as condições correntes e as expectativas para os próximos seis meses em relação ao desempenho das empresas e da economia. O índice de condições atuais caiu para 50,1 pontos e ficou em cima da linha divisória dos 50 pontos, que separa a confiança da falta de confiança. O índice de expectativa, por sua vez, recuou para 58,2 pontos, mas, como segue acima dos 50 pontos, aponta manutenção da  confiança dos industriais para os  próximos seis meses. 

"Esses resultados podem derivar de certa frustração dos empresários quanto à intensidade da recuperação econômica observada nos primeiros meses deste ano, que está aquém do esperado", avalia a CNI. 

O ICEI é um indicador ajuda a entender as tendências da indústria e da economia.  Empresários confiantes tendem a ampliar a produção e os investimentos, o que estimula o crescimento da economia. Esta edição da pesquisa foi feita entre 2 e 14 de maio, com 2.673 empresas, das quais 1.065 são pequenas, 1.000 são médias e 608 são de grande porte.

Fonte: CNI