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Economia & Finanças Postado em quarta-feira, 18 de dezembro de 2019 às 09:51
O faturamento do varejo virtual chegou aos R$11,95 bilhões no período. A região sudeste foi a que mais movimentou as compras.

Entre os dias 1º de novembro e 1º de dezembro deste ano, o faturamento do varejo virtual chegou aos R$11,95 bilhões, tendo um crescimento de 32,8% em relação ao mesmo período de 2018.

O relatório da Social Miner — empresa que une dados de consumo, tecnologia e humanização — divulgou os resultados da Black Friday 2019 focados na performance dos e-commerces e no perfil do público na data. Os dados foram extraídos de uma base superior a 41 milhões de cadastros.
O volume de vendas de novembro foi o maior do semestre, representando 28,29% do total, em seguida apareceu agosto, impulsionado pelo Dia dos Pais, setembro, outubro e por último julho com apenas 16,88% das vendas.

A sexta-feira da Black Friday concentrou 20,69% de todas as vendas do mês de novembro, número muito superior a média dos outros dias do mês que se manteve em 2,73%.
Os picos de venda foram identificados entre as 2h e 4h da madrugada e meio dia, se mantendo, a partir de então, estável até a madrugada para o sábado.
Entre as regiões brasileiras, o sudeste foi, disparadamente, o que mais realizou vendas no e-commerce em novembro:


O ticket médio das compras efetuadas ao longo do mês da Black Friday deste ano foi de R$467,30 — valor 2,6% acima dos R$455,60, apurado no mesmo período de 2018.
Entre as categorias de destaque, o setor de Beleza teve o público dividido entre 86,83% dos consumidores que se declararam como do gênero feminino e 13,17% masculino. Já o segmento de eletrônicos e informática teve preferência dos homens, com representatividade de 95,33%, contra apenas 4,67% por mulheres.

O valor do frete foi apontado por muitos consumidores como um fator decisivo na hora de escolher a loja para aproveitar as ofertas de Black Friday. Inclusive, o item ganhou importância, passando de 43,2% para 47,1% entre o final de outubro e início de novembro.
As lojas também se esforçaram para atender às expectativas do público. De acordo com as análises da Compre&Confie, o valor do frete em novembro de 2019 caiu 15,6% em relação ao mesmo período do ano passado:


Mesmo com as mulheres representando o maior volume de pedidos realizados em novembro (57,3%), os homens foram responsáveis por 53,7% dos ganhos alcançados pelo varejo virtual durante o mês, especialmente porque contaram com um ticket médio mais alto: de R﹩531,30, contra R﹩410,00 delas.

Finalizando os balanços desta edição, os consumidores optaram por buscar atendimentos junto às empresas através do telefone (43,33%), e-mail (34,87%) e chat (21,79%) das escolhas.

Fonte: Consumidormoderno.com
Estratégia & Marketing Postado em quarta-feira, 18 de dezembro de 2019 às 09:48
Estudo considera o propósito da marca como ponto central, no qual as empresas devem fundamentar o seu esforço inicial. Veja o exemplo do Magazine Luiza.
A Deloitte publicou um estudo denominado 2020 Global Marketing Trends sobre as principais tendências que devem afetar o mercado no próximo ano, ressaltando a importância das pessoas, clientes e colaboradores em um cenário de grandes transformações tecnológicas.
A filosofia deste paper enfoca o humano no centro das organizações e isso deve ajudar as marcas a estabelecerem seu caminho em causar o impacto que importa para as pessoas.

As sete tendências consideram o propósito da marca como ponto central, no qual as empresas devem fundamentar o seu esforço inicial.Em segundo, vem a valorização do humano e da empatia que deve trazer uma melhor experiência aos clientes, uma vez que todos entendem suas dores.

A terceira tendência prega a integração interna e externa às organizações como filosofia, sustentada pela utilização do Agile marketing, da inovação aberta e do trabalho em squads.

A quarta traz os aspectos éticos do negócio e da necessidade de segurança dos dados dos clientes, livres das ameaças de hackers.

Já a quinta convoca a participação e busca o forte engajamento dos consumidores, que se tornam advogados das marcas.

Como sexta tendência há a diversidade e a valorização dos talentos que nutrem um ambiente exponencial e o pensamento criativo.

E como último ponto, deve-se gerar cultura da agilidade, embasada em processos e gestão ágeis.

É possível notar empresas brasileiras que já se encaixam como precursoras destas tendências.


Porém gostaria de destacar o Magazine Luiza que tem passado por verdadeira transformação no seu modelo de negócios, colocando o cliente no centro da sua estratégia.
Certas evidências deste movimento estratégico são a omnicanalidade, que soluciona uma série de demandas dos clientes nos ambientes O2O, uso inteligente das redes sociais, que possibilita uma comunicação que aproxima equipes de lojas físicas e consumidores e o Luizalabs, que viabiliza a inovação constante da empresa.
Os resultados do ano de 2019 até o terceiro trimestre são impressionantes: a Magalú cresce 33,2% nas vendas totais e 84,9% na margem líquida.

Fonte: Consumidormoderno.com