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Estratégia & Marketing Postado em quarta-feira, 08 de julho de 2020 às 09:41
Pesquisa da IDC indica que consumidores adquiriram novos hábitos como maior volume de compras online e o uso de aplicativos para transações financeiras.

Evolução do e-commerce, busca por mais segurança, mais conectividade, aumento do uso de meios digitais de pagamento, consolidação do home office e do homeschooling e popularização dos aplicativos de entretenimento, serviços de streaming e jogos digitais. Essas são algumas das maiores mudanças que o período de quarentena causou no comportamento de consumidores da América Latina, de acordo com um estudo feito pela empresa de inteligência de mercado IDC.

A pesquisa, que ouviu três mil consumidores da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru no mês de maio, verificou que a pandemia mudou os hábitos das pessoas em todos os aspectos, inclusive o modo de usar e consumir tecnologia. De acordo com Reinaldo Sakis, gerente de pesquisa e consultoria em Consumer Devices da IDC Brasil, as mudanças também trouxeram novas preocupações. "Com o usuário fazendo mais movimentações financeiras pelo celular e pelo computador, por exemplo, surgiu a necessidade de maior proteção a esses dispositivos", disse o gerente da IDC Brasil.


Compras online

Mas o medo com a segurança nas transações digitais não brecou o impulso pelas compras. Para cumprir o distanciamento social, muitos consumidores que ainda resistiam ao e-commerce foram seduzidos pelas facilidades e campanhas dos grandes varejistas. Para se ter ideia, no México, as compras online saltaram de 767 para 877 bilhões de pesos mexicanos. E o movimento deve continuar. No Brasil, segundo a IDC, 52% dos entrevistados pretendem fazer mais compras online e 52% disseram que ficarão online mais horas por dia, mesmo após a pandemia.

Muitos consumidores, inclusive, nem pretendem esperar a retomada das atividades normais para comprar produtos de tecnologia. Dos três mil pesquisados pela IDC nos cinco países, 23% têm a intenção de comprar online - e agora - um smartphone, 19% uma impressora, também 19% uma smart TV, 18% querem um notebook e 16% um jogo digital. Na sequência, nas intenções de compra vem tablet (14%), monitor (12%), videogame (12%), assistente digital (11%), PC (10%) e smart watch (10%).

O gerente da IDC Brasil destaca, no entanto, que as intenções de compra durante a pandemia nas duas maiores economias da América Latina são bem diferentes. Enquanto o mexicano busca por smartphones, smart TVs e videogames, o brasileiro, com uma visão sempre mais otimista, quer consumir mais e, além desses produtos, também incluiu o notebook em sua lista de compras.

Consumo de entretenimento

As quarentenas na América Latina também deram relevância ao PC como ferramenta para assistir a filmes, séries e outros conteúdos de entretenimento. Um estudo da IDC com a Netquest, mostrou que, entre janeiro e abril, no Brasil, houve um aumento de 25% entre os usuários da plataforma Netflix via computador, e apenas 5% via dispositivos móveis. Na Colômbia e no Peru, o crescimento de usuários de PC para acessar o serviço foi ainda maior - de quase 50% -, e entre 15 e 20% via mobile. Além do aumento no número de usuários, as pessoas também permaneceram mais tem nesses serviços.
Já entre os aplicativos, a preferência dos consumidores latino-americanos durante a pandemia foi pelos de entretenimento (67%), pagamentos (55%), educação (49%), colaboração (38%) e compras (22%).

Fonte: Administradores.com
Autoral Postado em terça-feira, 30 de junho de 2020 às 14:56
As vantagens para seu negócio em tomar ajuda financeira pela linha de crédito PRONAMPE podem ir muito além do que você contemplou inicialmente na sua decisão de renunciar ao socorro.

Se você se enquadra em uma destas situações e não se habilitou ao crédito, recomendamos repensar a sua posição:

    1. Utilizando adiantamento de recebíveis ou tomando limite de cheque especial;
    2. Financiamento em curso com custo elevado,  que pode ser quitado em possibilidade de negociação favorável;
    3. Refinanciamento de dívidas de tributos federais e estaduais em curso;
    4. Posição justa de caixa sem maiores compromissos, mas com estoques elevados combinado com a necessidade de         recomposição por produtos da nova coleção;
    5. Caixa “frágil”  e/ou muito ajustado para fazer frente a uma situação que pode se arrastar por mais tempo.

Cada caso merece uma avaliação específica, mas na essência, a engenharia financeira proposta tem dois propósitos:

        - Baixar custos e alongar a dívida – mediante a substituição de débitos atuais, com possibilidade de uma negociação vantajosa para a liquidação a vista (casos 1, 2 e 3);
        - Fortalecer o capital de giro para permitir negociar vantagens de pagamento com fornecedores (casos 4 e 5), e de outra parte, administrar melhor as liquidações, evitando as agressivas por desespero de “caixa”.

A gestão dos novos tempos recomenda menos ousadia e mais prudência  e conservadorismo na administração do caixa. Além do conforto e tranquilidade é certo que se refletirá em fazer bons negócios de imediato e por mais tempo.
É um respiro em tanto o prazo do financiamento, com carência de até 8 meses e 36 meses para pagar. Condição que certamente vai fortalecer a sua tranquilidade e confiança no futuro.

Se o seu negócio se situa em faturamento anual até R$ 4.8 milhões ano (média R$ 400 mil/mês), ele está em condições de se habilitar. O financiamento poderá ser de até 30% do valor anual de receita.
Se tiver dúvidas entre em contato conosco (051) 993140609. 

Lei mais instruções adiante.

A Caixa Econômica Federal detalhou as regras da nova linha de crédito Giro Caixa- Pronampe, baseada no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), anunciado pelo Governo Federal. A medida foi instituída pela Lei nº 13.999 e tem como objetivo oferecer recursos para os pequenos negócios em meio à crise gerada pelo coronavírus.

A opção é destinada às MEIs, micro e pequenas empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano. Serão disponibilizados R$ 3 bilhões em capital de giro para auxiliar as empresas.

Como vai funcionar
Para conseguir o acesso ao crédito, a empresa precisa passar por três etapas. Primeiro deve manifestar seu interesse por meio da página da Caixa. Depois deve aguardar o contato de um gerente para o envio de documentação e demais informações ao banco. Se a linha de crédito for aprovada, a empresa pode efetuar a contratação.
O banco não informou o tempo médio de espera para que a empresa recebe um retorno da Caixa.

Os prazos de de pagamento do financiamento são de até 36 vezes, com 8 meses de carência.

A taxa de Juros anual máxima é a Selic +1,25 % a.a (taxa 0,35 % a.m.).


Veja as condições do programa:

Veja uma simulação feita pela Caixa:

Questionado sobre a dificuldade de acesso a crédito que empresas desse porte vêm sofrendo na pandemia, Pedro Guimarães, presidente da Caixa, justificou que o banco já emprestou desde o começo da pandemia R$ 7 bilhões para micro e pequenas empresas e o Fundo de Garantia de Operações (FGO) é um diferencial do programa. Na prática, o FGO tem por finalidade garantir parte do risco dos empréstimos e financiamentos concedidos pelas instituições financeiras que são cotistas do fundo. Assim, os bancos se sentem mais seguros para liberar o crédito em meio à pandemia.

“O Pronampe ajuda porque conta com um volume de garantias muito superior ao que se encontra hoje no mercado. Com isso, conseguimos ofertar o crédito a uma base muito maior de empresas. Com esse programa, todos os bancos que ofertarem a linha de crédito tendo o FGO como garantia de risco de crédito, de não pagamento, terão uma garantia mais significativa. Dado isso, o risco de crédito é menor e poderemos emprestar para um número maior de empresas.”

Por se tratar de uma ferramenta nova, inicialmente o processo será mais lento e burocrático até a conclusão de desenvolvimento do app de suporte e atendimento do mesmo. Para maior eficiência, nesse momento de pandemia, o contato inicial deve ser feito através do site, para demonstração de interesse no financiamento e cadastro inicial. O primeiro passo é conseguir o “code number” da Receita Federal com a ajuda do seu contador, qual também, informará o valor da sua receita anual, que será o primeiro comprovante para se habilitar na Caixa Federal ou no seu banco credenciado ao repasse da linha de crédito.

Após cadastro de interesse no site, fazer contato com o/um gerente bancário da Caixa e se informar de período e próximos passos a seguir para melhor resultado e concessão de crédito.


Cronograma
As empresas poderão solicitar a contratação da linha de crédito entre 16 de junho e 19 de agosto, seguindo este calendário:


Contate-nos para maiores esclarecimentos ou ajuda:
Molter Consultores Associados. (051 3582 7000) ou (051 993140609)

Fontes: Molter - Infomoney - Caixa Econômica Federal