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Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 20 de agosto de 2019 às 19:01
A Social Miner, empresa que une dados de consumo, tecnologia e humanização para ajudar sites a otimizarem seus resultados, divulgou um relatório com dados da performance dos e-commerces de Moda e Acessórios no primeiro semestre de 2019. O material revela que os períodos que registraram mais vendas para a categoria foram o mês do Dia dos Namorados, junho, com representatividade de 19,2%, seguido de Janeiro, com 18,4%, e Maio, mês das mães, com 17,3%. Maio, aliás, registrou também o maior pico de vendas, no dia 15 — um importante alerta para que as marcas aproveitem ao máximo as datas comerciais, para cadastrar novos leads e dar um gás nas vendas.

O estudo analisou dados de comportamento e consumo da base composta por mais de 36 milhões de cadastros, dos quais 15,12% corresponde à Moda e Acessórios.

Em relação às visitas, a representatividade do desktop sofreu uma queda de 8.9 pontos percentuais, passando dos 57,1% apurados no primeiro trimestre do ano, para 48,2%. O mobile, por sua vez, passa a concentrar 51,8% do tráfego registrado em e-commerces da categoria. No entanto essa tendência não se repete nas vendas, que por desktop ainda representam 68,3%, contra 31,7% em dispositivos móveis.

Outro dado do estudo é quanto ao valor médio dos produtos e dos pedidos de Moda e Acessórios, sendo que o preço médio dos itens ficou em R$ 291,81, enquanto o ticket médio foi de R$ 293,83.

O material revela ainda que o Sudeste lidera o ranking de vendas de produtos de Moda e Acessórios, com representatividade de 66,8%. Isso porque a região concentra os estados com maior expressão em conversões para categoria, com destaque para São Paulo, com 28,27%, e Rio de Janeiro, com 23,62%.

Fonte: Fashion Network
Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 20 de agosto de 2019 às 18:57
Os sellers (nome dado a todos aqueles que vendem seus produtos no marketplace) incorporados com acompra da Netshoes reforçam a plataforma de marketplace do Magazine Luiza (Franca/SP). Criado no final de 2016, o marketplace já representa 24% das vendas digitais da companhia. No segundo trimestre de 2019, o faturamento da plataforma atingiu 583 milhões de reais – um crescimento de quase 290% em relação ao mesmo período de 2018.

Em pouco mais de dois anos, o marketplace do Magalu atraiu 8,1 mil sellers, que juntos oferecem 7,5 milhões de itens, de 36 categorias diferentes. Desse total de parceiros digitais, cerca de 3 100 foram incorporados apenas entre abril e junho deste ano. Nos seis primeiros meses de 2019, o marketplace Magalu registrou 1 bilhão de reais em faturamento.

O crescimento acelerado da base de sellers, do sortimento e das vendas do marketplace fortalece a estrutura da companhia para desenvolver e escalar o chamado Magalu as a Service.

“São indicadores como esses que levam uma companhia a crescer em ritmo chinês”, diz Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza. “Como uma rede de lojas físicas, o Magalu levou 42 anos para atingir o primeiro bilhão de reais de faturamento. O e-commerce precisou de uma década para atingir esse mesmo nível de vendas. E foram necessários apenas dois anos para que nosso marketplace se tornasse uma operação de 1 bilhão de reais.”

Multicanalidade

A multicanalidade contribuiu para o aumento da velocidade de entrega e do nível de serviço prestado ao cliente pelo Magazine Luiza. O sistema de Retira Loja, no qual compras digitais podem ser retiradas em todas as quase 1 mil unidades físicas do Magalu localizadas em 16 estados, equivale atualmente a 35% das entregas. Desde 2018, as lojas físicas estão sendo transformadas em centros remotos de distribuição. Nos próximos meses, esse modelo de integração total entre o e-commerce e as lojas físicas passarão a fazer parte da operação da Netshoes, com ganhos operacionais e de qualidade de serviço.

Fonte: Exclusivo