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Estratégia & Marketing Postado em quarta-feira, 05 de junho de 2019 às 20:12
O amor está no ar no Dia dos Namorados e isso vale para todos os tipos de relacionamentos e perfis de consumidores. Dados dos consumidores obtidos pelo Google mostram que os casados, mesmo estando juntos há muito tempo, também encarnam os “eternos namorados” e buscam algo para a data.

Mas quais são os hábitos dessas pessoas quando compram os presentes de Dia dos Namorados? Confira algumas informações que podem ajudar na estratégia da sua marca nesse momento tão marcante do ano.

Conhecendo melhor o consumidor

Uma enquete feita pelo Google junto a brasileiros conectados mostra que, de cada dez dessas pessoas, seis estão em algum tipo de relacionamento. Entre esses entrevistados, casados e namorados formam a maioria.

Em busca do presente perfeito

Quando chega a data, a maioria dos entrevistados, tanto namorados quanto casados, pensa em dar um mimo – ou algo mais do que isso – para seu parceiro ou parceira.

Além de pesquisarem antes, sendo mais planejados, os namorados são mais ativos na busca pelos presentes. Eles também são mais generosos na quantidade de itens.

Soluções para aumentar vendas

O Dia dos Namorados é mais uma data em que o online marca uma presença forte na hora das compras. Uma grande fatia do público está de olho nos aplicativos e nos sites de e-commerce para adquirir os presentes para seu parceiro ou parceira.

Outro sinal da importância da web é o aumento de downloads de apps na semana do Dia dos Namorados. Nos aplicativos, informações ou avaliações de produtos e novidades também têm peso.


Conveniência

Esse peso do e-commerce no Dia dos Namorados traz outra consequência. Os consumidores desejam, cada vez mais, um serviço com conveniência, ou seja, fatores como frete grátis e prazo de entrega curto são diferenciais na escolha da compra.

Para os namorados, a facilidade na troca e a flexibilidade no parcelamento também fazem a diferença.


Marca com casais plurais

Quando pensam no Dia dos Namorados, as pessoas lembram de marcas de vários setores como cosméticos, chocolates, eletrônicos e até artigos esportivos.

Nesse sentido, uma maneira de ser eficiente é entender que, no Dia dos Namorados, o público espera ver campanhas mais inclusivas e plurais, representando casais de diferentes perfis e etnias.


Fonte: Novarejo
Varejo & Franquias Postado em quarta-feira, 05 de junho de 2019 às 20:08
A era digital mudou a forma de fazer negócios em todos os segmentos. A tecnologia transformou o varejo, trazendo features como big data, self-checkout, carteira virtual, espelhos inteligentes, softwares de gestão.

Porém, para Walter Longo, CEO da consultoria Unimark, a era digital já terminou e hoje vivemos a era pós-digital. Este é o momento em que o digital já não é percebido e o trânsito entre on e offline é muito fluido. Isso vale para o nosso cotidiano e pode ser aplicado ao varejo, que atende um consumidor que não quer atrito entre os canais e enxerga uma só marca, independentemente da plataforma.

Para prosperar nessa era pós-digital, é preciso se adaptar rapidamente, transformando a gestão do negócio e entendendo o movimento da sociedade. Em palestra na Feira Brasileira do Varejo (FBV), Longo listou quatro competências essenciais para prosperar no varejo pós-digital. Confira:

1. Adquirir uma “alma digital”

“Hoje estamos mais preocupados com armas digitais, e não almas digitais”, diz Longo. Ele explica que os varejistas investem em tecnologias sofisticadas nos pontos de venda, mas não se preocupam com o que está por trás daquilo: treinamento dos colaboradores, eficiência da solução e vontade dos consumidores.

A “alma digital” está em empresas evolutivas, que não se conformam com o que está sendo feito e ainda entendem e se preocupam com todo o que está ao redor daquela solução.

2. Aprender a atuar na efemeridade

As novas gerações aprenderam a viver em um mundo onde tudo acontece rapidamente e se transforma a todo momento. Portanto, é normal que os relacionamentos sejam mais curtos, os compromissos de longo prazo como casamento, compra de imóveis ou carros, sejam trocados por aluguéis e relacionamentos efêmeros.

“O fast fashion e as lojas pop-up são uma comprovação dessa efemeridade. Antigamente dizíamos: ‘em time que está ganhando não se mexe’, porém, hoje para ganhar você precisa mudar”, diz Longo. Para o executivo, a capacidade de se transformar é uma grande vantagem competitiva.

3. Estabelecer relações mais individuais 

Longo explica que o que dava certo no passado hoje já não funciona: “Abordagens que aprendemos estão passando por uma revisão de eficiência. Hoje, eu não preciso conhecer quem é a pessoa, preciso saber em que momento da vida ela está”.

Portanto, falar com a pessoa no canal certo e no momento certo é mais importante que mostrar que sabe seu nome, idade, gênero. Isso porque cada cliente está em uma fase diferente no relacionamento com determinada marca ou produto.

Fonte: Novarejo