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Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 09 de outubro de 2018 às 06:49
Estudo realizado pela Ebit/Nielsen apontou que o número de pedidos na Black Friday deste ano deve registrar uma expansão de 6,4%, chegando a 4 milhões. No ano passado, o número foi de 3,76 milhões. O tíquete médio também deve aumentar. A expectativa é que chegue à média de R$607,5, alta de 8%.

O e-commerce nacional deve faturar R$2,43 bilhões durante o período, que se tornou a data mais importante do comércio eletrônico nacional, à frente do Natal. O faturamento, neste ano, deve registrar alta de 15% na comparação com o ano passado, segundo o estudo da consultoria.

O e-commerce continua como o principal canal de venda durante a data. Neste ano, 57% dos consumidores pesquisaram os produtos de interesse on-line antes de concluir a aquisição, o que representa aumento de 5 pontos percentuais em relação ao número de pessoas que fizeram suas comprar na internet em 2017 durante a Black Friday.

Black Friday estimula o consumo

Neste ano, a Black Friday será realizada em 23 de novembro, e a pesquisa aponta que 88,6% dos e-consumidores pretender comprar alguma coisa por conta da ocasião, o que mostra o potencial da data de expandir o consumo.

Uma das preocupações do varejo com a Black Friday era o potencial que a data teria de captar vendas do Natal, o que, aparentemente, não vem se confirmando. O número de pessoas que pretendem comprar alguma coisa estimuladas pela Black Friday cresceu oito pontos percentuais na relação com o ano passado.

Fonte: Novarejo
Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 09 de outubro de 2018 às 06:49
A Interbrand acaba de anunciar a lista das marcas mais valiosas do ano. Por seis anos consecutivos, Apple (214 bilhões de dólares) e Google (155 bilhões de dólares) se mantêm nas primeiras posições, seguidas pela Amazon, que cresceu 56%, atingindo um valor de marca de 100 bilhões de dólares.

Este ano, a lista traz duas novidades: Spotify, na posição #92 (USD $5.176m), e Subaru na posição #100 (USD $4.214m). A Chanel, que apareceu no ranking pela última vez em 2009, volta na posição #23 (USD $20.005m). Hennessy eNintendo também estão de volta.

As cinco marcas com maior crescimento incluem Amazon (56%); a entrante de 2017 Netflix (45%); Gucci (30%); o Salesforce.com (23%), que também entrou no ranking em 2017; e Louis Vuitton (23%). Com uma queda de 6%, o Facebook saiu deste grupo, depois de fazer parte dele por cinco anos.

Com o tema Activating Brave, a 19ª edição do Best Global Brands analisa o papel que a força da marca exerce na profunda transformação que está impactando as maiores empresas do mundo. A metodologia leva em conta:

- A performance financeira dos produtos e serviços sob a chancela da marca;

- O papel da marca na decisão de compra do consumidor;

- A força da marca para garantir um preço premium ou ganhos futuros para a empresa

“Uma década depois da crise financeira global, as marcas que estão crescendo mais rápido são aquelas que intuitivamente entendem seus consumidores e fazem movimentos audaciosos que encantam e entregam de novas maneiras”, disse Charles Trevail, Global Chief Executive Officer da Interbrand.

Os destaques do ranking:

- Apple é a primeira marca de 200 bilhões de dólares

- 56% de crescimento sobre o ano passado impulsiona Amazon para a terceira posição

- Luxo é o setor que mais cresceu, seguido por varejo

-Novos entrantes são Spotify e Subaru

- Voltam ao ranking Chanel, Hennessy e Nintendo

Mais da metade das Best Global Brands vieram de cinco setores: automotivo, tecnologia, serviços financeiros, luxo, e bens de consumo. Luxo é o novo setor com maior crescimento em termos percentuais (42%), substituindo varejo, que manteve um crescimento impressionante em segundo lugar (36%). Eletrônicos é o terceiro (20%), seguido por artigos esportivos (13%), e serviços financeiros (10%).

O valor total somado das Top 100 marcas ultrapassa a marca dos 2 trilhões de dólares, um aumento de 7,7% em relação a 2017

Fonte: Novarejo