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Estratégia & Marketing Postado em quarta-feira, 18 de dezembro de 2019 às 09:55
Agilidade, humanização, metrificação, responsabilidade... O B2B e o B2C ganham a companhia poderosa do P2P, a comunicação People to People.

O que nos reserva a comunicação dos anos 2020?
Aqui vão 6 tendências irreversíveis:

Você se lembra como era a sua comunicação em 2010? Qual rede social você usava? Como você se compartilhava informações pessoais e notícias com os colegas de trabalho? Se recorda como andava a hoje combalida, embora mais necessária do nunca, imprensa do Brasil?
Em 2010 você já tinha um smartphone ou este era um luxo de poucos amigos?
Pois é, 10 anos a um ritmo 4.0 parecem 100 e, se você puxar pela memória, tenho certeza, você irá se surpreender. 
Nem tudo era mato uma década atrás, é verdade. O WhatsApp, por exemplo, já existia, assim como todas as grandes redes que hoje dominam o mercado: Facebook, LinkedIn, Twitter e Instagram (que nascia em 2010).

Em uma década, vimos milhares de startups revolucionarem a maneira como nos comunicamos e produzimos, especialmente no mundo do trabalho. E morrerem também.
A revolução na comunicação começou bem antes, obviamente. Durante praticamente todo o século 20, vivemos a era da Comunicação 1.0 ou “primeira onda”, que concentrou seu poder e inovação nas mídias de massa da época: rádios, jornais, revistas e TVs. As informações top down configuravam uma espécie de “eu falo, você senta e escuta”.

A segunda onda ou Comunicação 2.0 surgiu nos anos 1990, quando o consumidor passou a ter as suas opiniões levadas em conta. Algo como “fala que eu te escuto” – o que se mostrou primordial, uma vez que as necessidades e desejos destes mesmos consumidores, finalmente, foram escutadas.

A Comunicação 3.0 ou “terceira onda” surgiu em meados dos anos 2000, com a democratização das redes sociais: colaborativa, ágil e compartilhada, com conversas inspiradoras e cada vez menos barreiras ou hierarquia.Mas e a “quarta onda”? O que nos reserva a Comunicação 4.0 ou aquela que reinará nos anos 2020, que começam em algumas semanas?
Elencamos 6 tendências irreversíveis da próxima década em comunicação:

P2P
A comunicação B2C e B2B (destinada ao consumidor e entre as empresas) seguirá firme, mas, cada vez mais, pessoas precisarão de pessoas. Logo, ganhará força a comunicação People to People – de humano para humano. Direta, ágil, empática, humanizada e efetiva.

Curadoria
Se, no milênio passado, tínhamos os veículos de massa, um telefone e, vá lá, uma secretária eletrônica para nos impactar, as conversas hoje são outras. Nossa atenção está pulverizada nas 24 horas do dia. Curar ou selecionar aquilo que vamos internalizar ou exteriorizar será o primeiro passo para uma comunicação assertiva.

Experiência
Não basta comunicar, é preciso impactar. Sim, nos anos 2020, se você não agregar ao interlocutor, seja ele quem for, provavelmente não será lembrado em uma próxima. Promover experiências verdadeiras passa por transformar aquele momento comunicacional em algo relevante e que permaneça no tempo.

Mensuração
Não basta ofertar, é necessário saber por que, como, para quem e quais os efeitos dessa oferta. A metrificação, a coleta de dados e seu uso quase infinito serão uma realidade presente em todos os níveis da comunicação dos anos 2020. Será, a partir deles, que promoveremos e transformaremos a maioria das nossas experiências.

Assistência
“Os smartphones geraram grandes mudanças, mas a próxima revolução da indústria vai ser impulsionada pela combinação de marketing e machine learning”, diz o vice-presidente Sênior de Publicidade e Negócios do Google, Sridhar Ramaswamy. E a próxima novidade depois do mobile atende por “assistência”. Estar apenas presente não fará diferença. A expectativa será interagir e conhecer os públicos-alvo.

Responsabilidade
Se nos anos 2020 todo colaborador será embaixador da empresa para qual trabalha e da sua marca pessoal, se todo cliente será advogado da marca, se toda interação virará experiência e causas darão vida a movimentos, recairá sobre a comunicação o peso da responsabilidade – afinal, “comunicação não é o que você fala, e sim o que o outro entende”.
Mas atenção: você terá total participação nisso.

Fonte: ÉpocaNegócios
Economia & Finanças Postado em quarta-feira, 18 de dezembro de 2019 às 09:51
O faturamento do varejo virtual chegou aos R$11,95 bilhões no período. A região sudeste foi a que mais movimentou as compras.

Entre os dias 1º de novembro e 1º de dezembro deste ano, o faturamento do varejo virtual chegou aos R$11,95 bilhões, tendo um crescimento de 32,8% em relação ao mesmo período de 2018.

O relatório da Social Miner — empresa que une dados de consumo, tecnologia e humanização — divulgou os resultados da Black Friday 2019 focados na performance dos e-commerces e no perfil do público na data. Os dados foram extraídos de uma base superior a 41 milhões de cadastros.
O volume de vendas de novembro foi o maior do semestre, representando 28,29% do total, em seguida apareceu agosto, impulsionado pelo Dia dos Pais, setembro, outubro e por último julho com apenas 16,88% das vendas.

A sexta-feira da Black Friday concentrou 20,69% de todas as vendas do mês de novembro, número muito superior a média dos outros dias do mês que se manteve em 2,73%.
Os picos de venda foram identificados entre as 2h e 4h da madrugada e meio dia, se mantendo, a partir de então, estável até a madrugada para o sábado.
Entre as regiões brasileiras, o sudeste foi, disparadamente, o que mais realizou vendas no e-commerce em novembro:


O ticket médio das compras efetuadas ao longo do mês da Black Friday deste ano foi de R$467,30 — valor 2,6% acima dos R$455,60, apurado no mesmo período de 2018.
Entre as categorias de destaque, o setor de Beleza teve o público dividido entre 86,83% dos consumidores que se declararam como do gênero feminino e 13,17% masculino. Já o segmento de eletrônicos e informática teve preferência dos homens, com representatividade de 95,33%, contra apenas 4,67% por mulheres.

O valor do frete foi apontado por muitos consumidores como um fator decisivo na hora de escolher a loja para aproveitar as ofertas de Black Friday. Inclusive, o item ganhou importância, passando de 43,2% para 47,1% entre o final de outubro e início de novembro.
As lojas também se esforçaram para atender às expectativas do público. De acordo com as análises da Compre&Confie, o valor do frete em novembro de 2019 caiu 15,6% em relação ao mesmo período do ano passado:


Mesmo com as mulheres representando o maior volume de pedidos realizados em novembro (57,3%), os homens foram responsáveis por 53,7% dos ganhos alcançados pelo varejo virtual durante o mês, especialmente porque contaram com um ticket médio mais alto: de R﹩531,30, contra R﹩410,00 delas.

Finalizando os balanços desta edição, os consumidores optaram por buscar atendimentos junto às empresas através do telefone (43,33%), e-mail (34,87%) e chat (21,79%) das escolhas.

Fonte: Consumidormoderno.com