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Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 03 de setembro de 2019 às 16:26
Uma pesquisa do Google mostrou que 68% dos brasileiros ainda não cumpriram suas resoluções de fim de ano. E qual a relação disto com o varejo? A descoberta da empresa pode ajudar os varejistas no planejamento para a Black Friday.

Comprar um produto que deseja muito é o objetivo citado por 15,2% dos consumidores. Organizar as finanças é objetivo mais citado, seguido por fazer uma viagem, aprender algo novo,  focar no bem-estar/saúde e investir na aparência/estética.



Ou seja, os investimentos represados, tão comentados pelo setor financeiro, devem movimentar o segundo semestre do varejo. Além da Black Friday o segundo semestre tem o Dia do Cliente (15/09), Dia das Crianças (12/10), Natal (25/12) e Réveillon.

Seis dias a menos

É importante ter em mente que o intervalo entre Black Friday e Natal em 2019 é menor em relação ao ano passado. Em 2018 a data de descontos aconteceu no dia 23. Neste ano, acontece no dia 29. O planejamento é essencial para o sucesso das vendas no período.

“O brasileiro quer evoluir em várias frentes e os momentos de sazonalidade do segundo semestre devem funcionar como gatilho para compras e projetos saírem do papel. As marcas precisam estar preparadas para atender essa demanda”, afirma Fernanda Bromfman, gerente de Google Customer Solutions do Google Brasil.

Aspectos que definem a compra

O preço continua a ser o fator mais decisivo na tomada de decisão do consumidor. Na pesquisa do Google, 30,2% citaram “Melhor preço” como aspecto mais importante na hora de definir o local da compra. “Loja conhecida” e “Frete Grátis” aparecem em segundo e terceiro na lista, com 15,9% e 15,6%, respectivamente.

As datas comemorativas que antecedem ao período são importantes para os varejistas ganharem espaço quando os clientes estão na fase de consideração. Cerca de 40% afirmam que consideram lojas que já compraram anteriormente para consumir neste ano.

Fonte: Novarejo
Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 03 de setembro de 2019 às 16:19
O frade dominicano e escritor brasileiro, Frei Betto, disse uma frase que tem ganhado cada vez mais notoriedade: “Nossos pais e avós viveram épocas de mudanças. Nós vivemos uma mudança de época”. Essa colocação mostra o quanto o nosso tempo está marcado por grandes e profundas transformações. Segundo muitos especialistas, estamos vivendo uma mudança de era. Mas, afinal, quais são as maiores tendências que representam o nosso tempo? Vamos a elas!

Mundo tecnológico: a internet e principalmente os aparelhos móveis permitiram a conectividade entre as pessoas 24 horas por dia, sete dias por semana, independentemente de suas distâncias geográficas. Essa conexão mudou completamente as interações humanas, potencializando as relações. Essa ampliação do acesso a tudo e a todos com apenas alguns cliques, mudou drasticamente os comportamentos sociais. Tanto é que, para muitos, se tornou tão obsessiva que já há um termo para defini-la: iDisorder, num trocadilho com o iPhone.

Sustentabilidade: as pessoas se atentaram para a necessidade de preservar os recursos naturais para não comprometer as gerações futuras. E a sustentabilidade vai muito além da ideia de conservação, preocupando-se com a relação de interação entre a humanidade e o meio ambiente. Para termos uma vida mais equilibrada, precisamos ter consciência sobre o que consumimos e como geramos impacto. Felizmente, as pessoas estão mais sensíveis à essa questão e já aceitam até pagar mais caro por produtos sustentáveis. E engana-se quem pensa apenas em meio ambiente quando falamos em sustentabilidade. O termo envolve o tripé entre as áreas sociais, econômicas e ambientais.

Bem-estar: a vida urbana e digital leva muitas pessoas ao desequilíbrio. Nesse sentido, um mercado que ganha força é o de relaxamento e bem-estar. Os níveis de estresse e ansiedade nunca foram tão altos e, na busca por mais qualidade de vida, muitas pessoas estão em busca de alternativas. Os segmentos de alimentação saudável, fitness e beleza natural estão entre os que mais crescem, mesmo em meio à crise. O aumento da expectativa de vida da população também é um dos fortalecedores dessa tendência. Queremos viver mais e melhor.

Economia da experiência: de acordo com vários especialistas em tendências, estamos migrando da cultura do olho, para a cultura da boca. Isso quer dizer que, se antes nos importávamos com as marcas das roupas e dos carros que usávamos, hoje, estamos muito mais preocupados com o que sentimos, o que experimentamos, e principalmente, o que postamos nas mídias sociais. Para conquistar o consumidor, as marcas precisam ir além, precisam criar experiências. Todo o processo de compra deve ser acompanhado por algo único, capaz de estimular os sentidos. A experiência na compra e na utilização de produtos e de serviços deve ser memorável e transformar o consumo em algo inesquecível.

Economia compartilhada: vivemos a era do acesso e não mais da posse. Então, se eu não quiser mais ter bens, posso muito bem acessá-los por meio do compartilhamento. Por mais que muitas empresas e governos ainda lutem contra essa tendência, esse é um movimento sem volta. Ele se baseia no princípio do “reduza, re-use, recicle, repare e redistribua”. E pode se dar na forma de redistribuição, quando um item que não está sendo utilizado é direcionado para outro local. Ou ainda, na forma de compartilhamento de recursos, como tempo e habilidades.

Como você pôde perceber, o mundo está mudando muito e cada vez mais rápido. Essas são as tendências mais evidentes dos dias de hoje, mas, pode ter certeza, tem muitas outras ao nosso redor que ainda nem foram percebidas. Minha sugestão é: fique atento aos comportamentos emergentes. As pessoas estão no centro dessas transformações. São elas que ditam as novas regras e condutas sociais.

Fonte: Exclusivo