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Economia & Finanças Postado em quarta-feira, 07 de junho de 2017 às 16:25
As horas trabalhadas na indústria caíram 1,3% em abril na comparação com março, na série livre de influências sazonais. Além disso, o setor teve queda de 0,5 ponto percentual na utilização da capacidade instalada e operou, em média, com 76,7% da capacidade instalada em abril. As informações são da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).



O faturamento industrial reduziu 3,1% em abril, descontados os efeitos sazonais. Segundo o levantamento, a queda, que reverte o crescimento ocorrido em março, leva o índice para o menor valor do ano na série dessazonalizada.

Já o emprego caiu 0,6% e a massa salarial reduziu 0,4% em abril, também na série livre de influências sazonais. Somente o rendimento do trabalhador teve alta, pelo segundo mês consecutivo. O indicador, que cresceu 0,5% entre março e abril, foi influenciado pelo recuo acentuado da inflação nos últimos meses.

INDICADORES QUADRIMESTRAIS - Todos os indicadores do primeiro quadrimestre registraram queda na comparação com o mesmo período de 2016. O faturamento ficou 7,8% menor e as horas trabalhadas 4% abaixo do registrado no primeiro quadrimestre de 2016. Já a utilização média da capacidade instalada foi 0,7 ponto percentual menor nos primeiros quatro meses deste ano do que em igual período de 2016.

O emprego teve queda de 4,3% na comparação. Já massa salarial real acumulada no primeiro quadrimestre de 2017 é 4,8% inferior e o rendimento médio está 0,5% abaixo à registrada nos primeiros quatro meses de 2016.

Fonte: CNI
Varejo & Franquias Postado em quarta-feira, 07 de junho de 2017 às 16:23
A confiança dos brasileiros voltou a cair. O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) registrou 100,6 pontos em maio, um recuo de 2,7% frente a abril. O indicador está ainda 4,4% menor do que o registrado no mesmo mês do ano anterior. Desde maio de 2016, não havia queda na comparação com o mesmo mês do ano anterior. As informações são da pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (31).




De acordo com o levantamento, a queda da confiança do consumidor para um nível inferior ao de maio do ano passado aumenta a preocupação sobre a evolução da demanda de consumo para os próximos meses e, consequentemente, para a atividade econômica. Além disso, o INEC, que em maio ficou 7,3% abaixo da média histórica, vem alternando crescimentos e quedas desde o início do ano. No entanto, os dois últimos recuos, de março e maio, foram mais fortes que as duas últimas altas no indicador, ocorridas em fevereiro e abril.

Na comparação com abril, a maioria dos componentes do INEC assinalou queda em maio, com exceção do índice de compras de maior valor, que cresceu 3,1% no período. Os recuos mais expressivos foram em relação aos índices de endividamento, com retração de 6,3% em maio ante abril, e expectativa sobre a própria renda, que caiu 5,9% no período. Isso significa que os brasileiros estão mais endividados e mais pessimistas em relação à evolução da renda.

O índice de expectativas sobre a inflação teve queda de 4,4% em maio frente abril, sinalizando pessimismo em relação à evolução dos preços. O indicador de perspectivas sobre o desemprego recuou 3,4% no período, indicando que os brasileiros estão pessimistas sobre o mercado de trabalho. Além disso, o índice sobre situação financeira retraiu 3,5%, mostrando piora nas finanças pessoais em maio na comparação com os últimos três meses.

O INEC antecipa tendências de consumo. Consumidores com perspectivas positivas em relação ao emprego e à situação financeira tendem a comprar mais, o que contribui para a retomada da atividade econômica.

Fonte: CNI