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Estratégia & Marketing Postado em terça-feira, 10 de dezembro de 2019 às 13:38
Na era do mobile first, 25% dos comerciantes nacionais ainda não têm sites responsivos, que se adaptam às telas dos smartphones.
Em um novo cenário de comércio onde expressões como “mobile first“ e “mobile only” vêm se tornado cada vez mais comuns entre os internautas, a pergunta que não quer calar para os lojistas que buscam inovar nas estratégias de m-commerce é: como o consumidor brasileiro tem se comportado nesse meio?

Para responder esta questão, o PayPal encomendou uma pesquisa a nível global à Ipsos que focasse nos hábitos de consumo online.
Entre as muitas descobertas do estudo está o fato de que, apesar de 80% dos e-consumers terem comprado via smartphone nos 6 meses que antecederam à pesquisa, 37% das empresas mundiais ainda não têm sites responsivos, que se adaptam às telas dos celulares .VOCÊ VIU? PayPal For All: como o mobile first vem impactando a experiência no varejo.

No Brasil, esse índice é um pouco menor: 25%. O que faz sentido, já que segundo o IBGE, por uma questão de preço, os mobiles são o principal meio de acesso do brasileiro à internet e às redes sociais.Confira a seguir os resultados do estudo, tanto do ponto de vista dos consumidores, quanto dos comerciantes brasileiros:


Os hábitos dos m-consumidores brasileiros

92% deles compram online, contra 95% da média global;

60% dos brasileiros compram ou fazem pagamentos online pelo menos uma vez por semana, enquanto a média mundial é de 48%;

94% é o número de m-consumidores brasileiros que realizam uma dessas duas atividades via aplicativos;

Pelo menos uma vez por dia, 66% dos compradores brasileiros navegam pela internet em seus smartphones à procura de produtos ou serviços. Globalmente o número cai para 56%;

Melhor horário: 47% dos m-consumers compram via mobile na cama, antes de ir dormir;

43% dos entrevistados brasileiros disseram ter feito compras nos últimos seis meses por meio de redes sociais;

O tíquete médio do comprador online brasileiro é de R$ 503 mensais.


Millennials no m-commerce

70% dos millennials brasileiros buscam por produtos ou serviços nos smartphones pelo menos uma vez ao dia;

17% desses millennials preferem comprar via mobile quando estão nas lojas;

Ainda em relação a essa geração, 20% fazem compras nos dispositivos móveis quando estão na companhia de amigos.


O mercado brasileiro

Atualmente, os comerciantes entrevistados garantem que 44% de suas vendas online se dão via dispositivos móveis;

74% dos lojistas brasileiros dizem garantir que têm versão otimizada de suas lojas online para smartphones;

52% dos lojistas nacionais garantem já estar vendendo produtos e serviços via redes sociais.

Fonte: Novarejo
Estratégia & Marketing Postado em terça-feira, 10 de dezembro de 2019 às 13:33
A execução de um planejamento estratégico envolve definição de metas, descrição de ações, previsão de custos e receita e, principalmente, formulação de estratégias.

Em meio à gestão de uma empresa, um dos processos mais importantes e que não pode ser desconsiderado é o planejamento estratégico, que é o responsável por alocar os recursos da organização em determinado período de tempo. A execução de um planejamento estratégico envolve definição de metas, descrição de ações, previsão de custos e receita e, principalmente, formulação de estratégias. Diante disso, há dez motivos para adotar um planejamento estratégico na companhia:


01- Definir objetivos e metas

Nenhum empreendedor consegue fazer sua empresa crescer se ele não tiver objetivos e metas bem definidos. Com um planejamento estratégico, essa é uma etapa obrigatória, ou seja, as organizações repensam suas necessidades para definirem seus objetivos e metas.


02- Determinar missão, visão e valores

Em conjunto com a definição de objetivos e metas está a determinação da missão, da visão e dos valores da empresa. No geral, é função de um bom planejamento estratégico auxiliar gestores a se questionarem em que momento a empresa se situa, aonde ela quer chegar, como ela quer chegar e em quanto tempo ela quer alcançar tudo o que determinou.


03- Determinar estratégias

Tendo definido os objetivos, as metas, a missão, a visão e os valores da organização, é possível determinar as estratégias para alcançar tudo o que foi determinado. Com o planejamento estratégico, isso é realizado a fim de nortear o gestor em relação ao que ele precisa fazer, quais tarefas deve delegar a sua equipe e em quanto tempo precisam entregar os resultados esperados.


04-Estabelecer plano tático de ações

No entanto, sem um plano de ações, as estratégias não são colocadas em prática. Com isso, o planejamento estratégico é responsável, também, pela criação de um plano de ações, ou seja, um plano tático que coloque em práticas todas as estratégias necessárias para alcançar os resultados esperados no tempo determinado.


05- Economizar tempo e esforço

Como o planejamento estratégico define, exatamente, tudo o que a empresa quer conquistar, assim como as estratégias que possibilitarão o alcance dos resultados, a tomada de decisões se torna rápida e facilitada, já que os objetivos a serem obtidos já foram determinados. Com isso, os gestores economizam tempo e esforço, ganhando, consequentemente, uma maior produtividade em suas tarefas.


06- Analisar a concorrência

Analisar a concorrência é outro ponto fundamental de um planejamento estratégico. Essa análise permite que a empresa conheça seus concorrentes diretos, indiretos e saiba como eles estão atuando no mercado, assim como para qual segmentação de público. Diante disso, os gestores conseguem aproveitar oportunidades que seus concorrentes talvez não estejam.


07- Analisar forças e fraquezas

Ainda, analisar forças e fraquezas é mais um fator essencial presente em um planejamento estratégico. Por meio dessa avaliação, os gestores conseguem entender quais os pontos fortes e fracos da organização e trabalhar para otimizar as forças e reduzir ou eliminar as fraquezas.


08- Analisar oportunidades e ameaças

Alinhada à análise de forças e fraquezas, tem-se a análise de oportunidades e ameaças. Nessa avaliação, os gestores identificam quais oportunidades existem, tanto em ambiente interno quanto externo, e as ameaças, ou seja, como a concorrência tem agido de forma a impactar negativamente os resultados da empresa. A partir da definição de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, os gestores conseguem realizar a análise SWOT, método amplamente utilizado para avaliar os quatro fatores em conjunto e entregar novas estratégias de ação para a companhia.


09- Gerar motivação e cooperação

Por inserir o cumprimento de metas, o planejamento estratégico acaba gerando um sentimento de motivação e cooperação entre os colaboradores. Além disso, pelo fato de o planejamento estratégico ser claro e objetivo, a equipe sabe exatamente o que precisa fazer para alcançar os resultados esperados, o que acaba gerando, também, um sentimento de pertencimento.


10- Focar no resultado estabelecido

Por fim, o planejamento estratégico, após a definição de objetivos, metas, missão, visão, valores, estratégias, plano de ação, entre outros, entrega ao gestor a possibilidade de ele focar nos resultados, ou seja, com tudo bem determinado, a empresa consegue avaliar os resultados obtidos e trabalhar para corrigir o rumo de algum processo que não esteja entregando uma boa performance. Além disso, é a organização consegue redirecionar algumas operações, caso os gestores identifiquem que o desempenho da companhia será melhor de outra forma.

Fonte: administradores.com