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Gestão & Liderança Postado em quarta-feira, 22 de maio de 2019 às 09:05
Em conformidade com Peter Drucker: a tarefa básica da administração é fazer as coisas através das pessoas de forma eficiente (máquinas e tecnologias) e eficaz (pessoas). Portanto a eficiência das empresas, depende em grande parte da capacidade de seus administradores no gerenciamento desses trabalhos conjuntos e interdependentes. Os gestores devem gerir o capital humano a eles subordinados, na busca de melhores resultados.

Notoriamente, salutar e preciso deve ser o passo a passo direcionado pelos gestores no desenvolvimento diário das atividades dos colaboradores dentro da empresa. Sem este “follow-up” (acompanhamento) as atividades desenvolvidas, ficam sem a coordenação devida no seu início, meio e fim. O que poderá acarretar perdas, desperdícios de tempo e matéria prima. Ocasionando prejuízos.

Portanto todas as teorias da administração têm validade, elas diferem na utilização ou importância dada ás diferentes variáveis que compõem a ciência. Sendo a sua essência: liderar pessoas e gerenciar recursos. Com o crescimento das organizações, os controles administrativos e financeiros tornam-se imprescindíveis para sua organização. Buscando cada vez mais a especialização do gestor, na sua área de atuação.

O know-how (saber fazer) dentro da gestão atual abre espaço para what to do (o que fazer), tudo se torna prioridade e as decisões se tornam urgentes a ser formalizadas dentro do tempo hábil. Rapidez e praticidade nas atividades realizadas tornam-se imprescindíveis dentro de um contexto dinâmico e sem nenhuma margem delimitada, destinada ao erro ou omissão nos resultados operacionais. Dentro desta ótica gerencial, devem ser geridos os processos operacionais com metas priorizadas do êxito a ser alcançado na execução das atividades rotineiras e essenciais.

A filosofia é “a decisão de não aceitar como óbvias e evidentes as coisas, as ideias, os fatos, as situações, os valores, os comportamentos de nossa existência cotidiana; jamais aceitá-los sem antes havê-los investigado e compreendido”. Baseado em dois pilares fundamentais:

Indagação e Reflexão. O pragmatismo no tecnicismo da profissão administração necessitando que o raciocínio dos gestores funcione adequadamente nas premissas diárias empresariais, Fazendo uso da filosofia e sociologia, adquirida através de estudos no decorrer da formação acadêmica, o desenvolvimento das atividades do cotidiano empresarial, ficará mais sociável na viabilização das ideias e na solução dos problemas. Certamente os futuros lideres, serão menos sociáveis e empáticos sem o conhecimento alusivo dos fenômenos racionais: indagar e refletir.

Mediante o crescimento empresarial que deve ser ordenado, o processo concorrencial não fica restrito ao nível local, mas ao contexto global. Competição com empresas estrangeiras, o que se faz necessário a inovação constante dos processos empresariais com novas tecnologias alocados no tempo certo e oportuno. Desta maneira, todas estas ferramentas se unem na ambientalização do potencial competitivo frente às dimensões globais para o desenvolvimento dos empreendimentos empresariais.

Fonte: Administradores
Gestão & Liderança Postado em quarta-feira, 15 de maio de 2019 às 21:48
Como em qualquer mercado profissional, há mitos que circulam que podem prejudicar o planejamento e até mesmo o andamento do projeto de qualquer empreendedor, especialmente para quem está começando ou deseja tirar os planos do papel.

Para tirar as dúvidas e não ficar com base em mitos, confira algumas informações apresentas pelo Simplic.

1 - É preciso muito dinheiro para começar

Os valores necessários para começar um empreendimento não devem ser obstáculos para colocar as ideias em prática; o investimento inicial precisa incluir o capital de giro para colocar as finanças em ordem. É crucial ter um bom plano de negócios com visão de longo prazo e iniciativas positivas, calculando riscos.

2 - Grandes ideias surgem do nada

Boas ideias surgem de trabalho, pesquisa e dedicação. O conhecimento necessário para o sucesso de um negócio vai muito além da criatividade; ela é um motor que se soma ao estudo e experiência na área de atuação que se pretende seguir e às necessidades do mercado e público que se quer atingir.

3 - Empreender no Brasil não é vantajoso

Embora o cenário empreendedor no Brasil ainda ofereça dificuldades como altos tributos e grande burocracia, também existem fatores positivos para os que sabem enxergar boas oportunidades: o mercado brasileiro é carente em muitas áreas de atuação e existe uma boa e abundante força de trabalho. Além disso, o empreendimento próprio possibilita realizações pessoais como maior autonomia no trabalho e horários mais flexíveis.

4 - Não é necessário saber sobre gestão

A gestão financeira costuma ser a maior dificuldade do empreendedor iniciante. Apenas ter capital e uma ideia criativa não são suficientes para o sucesso: conhecer o mercado e ter experiência com finanças e fluxo de caixa são fundamentais para a manutenção segura e estável do negócio.

5 - Empreendedor se joga sem medos

O empreendedor não deve nem pode correr riscos o tempo todo. Saber ponderar onde e até quando correr certos riscos é uma habilidade que deve ser desenvolvida por quem pretende entrar no mundo dos negócios e o planejamento é essencial para esse cálculo. Planejar leva tempo, estudo de mercado e de concorrentes; só então será possível se colocar em riscos, quando necessário.

6 - Empreendedor tem vida tranquila!

Ter seu próprio empreendimento não é sinônimo de tranquilidade e menos trabalho, pelo contrário. Embora a vida possa melhorar em muitos aspectos e a flexibilidade, embora limitada, seja positiva, empreendedores costumam trabalhar cerca de 12 horas diárias, muito mais que um emprego comum como funcionário.

Fonte: Falando de Varejo