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Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 21 de agosto de 2018 às 06:41
O número de consumidores que frequentaram lojas de tecidos, vestuários e calçados” em junho cresceu 1,3% ante maio, expurgados os efeitos sazonais. No acumulado em 12 meses houve avanço de 2,2%. Os dados são do Indicador Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil.
O IMC avançou 3,1% no acumulado do 1º semestre de 2018, de acordo com os dados apurados pela Boa Vista SCPC. Na avaliação mensal dessazonalizada de junho, a atividade cresceu 1,0% ante maio. No acumulado em 12 meses, o indicador avançou 4,5% (julho de 2017 até junho de 2018 frente ao mesmo período do ano anterior). Já na avaliação contra junho do ano anterior, houve alta de 3,1%.
Os resultados de junho apontam o varejo voltando a crescer, após as turbulências associadas à greve dos caminhoneiros no final de maio. Também ocorreu evolução no semestre, mas em ritmo menor do que esperado, devido ao baixo desempenho da economia e mercado de trabalho fragilizado. Espera-se que com a continuidade da expansão do crédito, melhora no emprego e na confiança dos consumidores, ocorra a consolidação de um ritmo de recuperação maior no segundo semestre.
Fonte: Couromoda
Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 21 de agosto de 2018 às 06:41
Os resultados do quarto trimestre do ano fiscal que terminou no final de maio da Nike surpreendem os analistas. O lucro sobe 15%, mas registra -54% no ano. No último trimestre, o grupo de Oregon obteve US$ 0,69 por ação, enquanto os analistas ouviram da Bloomberg a previsão de US$ 0,64.

As receitas aumentaram 13%, para US$ 9,8 bilhões, enquanto a comunidade financeira esperava um aumento médio de 8%, para € 9,41 bilhões. A própria administração sugeriu cautelosamente em março um crescimento menor, a uma taxa “alta de um dígito”. O presidente Mark Parker explicou esse desempenho com inovação, que está trazendo a Nike de volta para a terra natal. O grupo também anunciou um plano de compra de ações próprias de US$ 15 bilhões.
O orçamento anual termina com receitas de US$ 36,4 bilhões, um aumento de 6% em relação ao ano anterior. A marca Nike, em particular, alcançou +5%, chegando a US$ 34,5 bilhões, enquanto a Converse sofreu uma queda de -11%, para US$ 1,9 bilhão. O lucro líquido foi de -54%, ficando em US$ 1,9 bilhão. O impacto da Tax Act pesa sobre a recessão, como explica a multinacional.
Fonte: Couromoda