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Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 10 de abril de 2018 às 20:44
De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, o movimento dos consumidores nas lojas de todo o país cresceu 0,6% em março/18, já descontadas as influências sazonais. Em comparação com o mesmo mês do ano passado (março/17), o crescimento foi de 8,8%. No acumulado do primeiro trimestre, a atividade varejista cresceu 7,3% frente ao mesmo período do ano passado, a maior alta para um primeiro trimestre dos últimos cinco anos: 2018 (+7,3%); 2017 (-2,9%); 2016 (-8,5%); 2015 (+0,6%) e 2014 (+3,3%).

Segundo os economistas da Serasa Experian, o avanço da massa real de rendimentos e o impulso proporcionado pela expansão do crédito, face à sequência de redução das taxas de juros e da melhora dos níveis de confiança do consumidor, impactaram favoravelmente a atividade varejista durante o primeiro trimestre do ano.


O segmento de móveis, eletroeletrônicos e informática foi o que mais cresceu em março/18: 1,9% em relação a fevereiro/18. Logo após aparece o setor de veículos, motos e peças, com expansão de 1,3%. Também operou em alta o setor de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, com crescimento de 1,0% no terceiro mês do ano. Na direção contrária houve recuo de 2,0% no setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, a queda de 1,2% em combustíveis e lubrificantes e a retração de 2,0% no segmento de material de construção.

O segmento de móveis, eletroeletrônicos e informática foi o que mais cresceu no acumulado do primeiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado: 12,4%. O segmento de veículos, motos e peças registrou alta interanual de 4,9%, seguido pelo ramo de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas: crescimento de 1,7%. Pelo lado negativo, houve recuos de 8,6% no segmento de combustíveis e lubrificantes, de 4,2% em tecidos, vestuário, calçados e acessórios e de 6,9% em materiais de construção, sempre quando comparados com o primeiro trimestre do ano passado.

Fonte: Serasa Experian
Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 10 de abril de 2018 às 20:16
O e-commerce brasileiro deverá faturar R$ 77,5 bilhões em 2018, um aumento de 20,9% em relação ao ano passado, que fechou arrecadando R$ 64,1 bilhões. De acordo com a empresa E-Consulting, as cifras superam as expectativas da consultoria, que há 14 anos elabora a apuração dos dados. Afinal, desde 2015 o levantamento apontava registros estáveis ou em queda no comércio eletrônico nacional, que chegaram a ultrapassar a casa dos 2% na época.Uma das causas que contribuem para o reaquecimento do e-commerce neste ano são as ações proativas de operadoras de telefonia e meios de pagamentos para estimular o consumo e o pagamento via internet. Segundo a pesquisa, da fatia total das transações financeiras que devem ocorrer na web em 2018, 23,5% serão via plataformas mobile. “O crescimento exponencial do mobile se dá por um esforço conjunto entre operadoras, meios de pagamentos, varejistas e o próprio consumidor, que enxerga cada vez mais comodidade e segurança”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

A expectativa é que, em 2018, 84% dos brasileiros realizem pagamentos por meios online. Dentre as principais razões do consumidor usar as plataformas eletrônicas estão comodidade (55%), confiança (46%), segurança (44%) e agilidade (26%) na hora do pagamento.

Além da alta frequência da mobilidade, outros fatores de crescimento que estão ligados ao aumento da projeção de vendas do e-commerce para este são: a migração de consumidores do varejo físico para o digital; ações varejistas atrativas, como o Black Friday, bem como os investimentos das empresas em soluções para melhorar o User Experience.

A pesquisa também aponta que a previsão do ticket médio de compras do brasileiro aumentou e será a maior dos últimos cinco anos. De acordo com a E-Consulting, o cliente virtual estará disposto a gastar R$ 319 em 2018. Seis reais a mais do que em 2017, que foi R$ 313, e trezes reais a mais do que 2015, que esperava que ele gastasse R$ 306 por compra.

Categorias mais vendidas

A previsão da pesquisa é que os itens de saúde e beleza sejam os mais comprados do período, tendo chances de alcançar um volume de pedidos que representa, aproximadamente, 22% do montante previsto de transações no e-commerce. Moda e acessórios vem em segundo lugar com um volume de 18%. Já os eletrodomésticos e os produtos de informática terão um número de pedidos em torno de 17%, enquanto os eletrônicos representarão um volume de 14%.

O índice do varejo online (VOL) é calculado pela E-Consulting a partir da soma trimestral das vendas online ocorridas nas lojas virtuais de automóveis, bens de consumo e turismo. O cálculo inclui em seu montante o e-commerce B2C (Business to Consumer) nos formatos tradicional, mobile commerce, social commerce e compras coletivas, bem como o nicho de C2C (Consumer to Consumer).

Fonte: Couromoda