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Varejo & Franquias Postado em quarta-feira, 13 de junho de 2018 às 18:23
Maximizar o resultado de vendas em um espaço cada vez mais restrito é uma tarefa que desafia os lojistas. Segundo Claudio D’avila, consultor do Sindilojas Porto Alegre, é possível aumentar de forma significativa seu resultado por metro quadrado da área de vendas. Para você entender melhor, o especialista em varejo preparou seis dicas.

1. Buscar um equilíbrio na área de vendas com produtos de diferentes finalidades:

– Tendências

– Geradores de margem

– Formadores de conceito

– Promocionais “Chamadores de clientes”

– Produtos específicos de campanha para aquele período.

2. Lembre-se: o resultado de suas vendas será a mescla das margens destes produtos e se não existir uma boa proporção nos espaços pode gerar uma queda de resultado geral da empresa. Este aspecto é muito comum quando passamos a dar muito espaço e atenção apenas para produtos promocionais, que normalmente apresentam as menores margens;

3. O setor mais nobre de sua loja é a direita de quem entra, e nesta área devem estar produtos que agreguem valor ao seu negócio.

4. Um cuidado importante é que a pressão para vender mais não transforme nossa loja em um espaço todo voltado a preços e a liquidação, pois ao promover tudo corremos o risco de não chamar a atenção para nada.

5. No varejo, não basta dizer nossos diferenciais, mas estes devem estar sendo vivenciados em todos aspectos pelos clientes, através de pontos de contato da operação. “Não basta ser, tem que parecer”;

6. Para finalizar, é importante lembrar que cada operação de varejo é muito particular, por isso todas as movimentações de produtos no PDV devem ser pensadas estrategicamente. 

Fonte: Couromoda
Varejo & Franquias Postado em quarta-feira, 13 de junho de 2018 às 18:21
O faturamento do setor atacadista teve queda de 0,68% em abril, ante o mesmo mês de 2017. Apesar de negativo, o resultado mostra um arrefecimento das perdas, se comparado com 2017, quando atingiu 8,3% de retração. A projeção agora, depende do cenário político do País e o impacto no consumo.

De acordo com a pesquisa mensal da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (Abad), em abril, também houve queda na comparação com o mês de março de 2018, de 7,84%.

No acumulado dos primeiros quatro meses do ano – de janeiro a abril –, a variação também foi negativa, atingindo queda de 3,39%, ante o mesmo período do ano passado. Os dados da pesquisa são apurados pela Fundação Instituto de Administração (FIA).

Apesar da desaceleração da queda no setor atacadista, a entidade aponta que o desempenho para os próximos meses ainda se encontra nebulosa. “Tínhamos um cenário favorável no início do ano, com uma perspectiva de recuperação econômica lenta, mas consistente, que nos permitiria encerrar o ano com um pequeno crescimento. Esse desfecho, contudo, pode ser prejudicado pela crise política, provocada em grande parte pelo processo eleitoral”, afirmou o presidente da Abad, Emerson Luiz Destro.

Na opinião dele, com a proximidade das eleições, será necessário que o governo se mobilize para evitar maiores perdas. “O governo Temer terá de ser hábil para retomar as rédeas e reconduzir o País aos trilhos, sob o risco de ver enfraquecida uma política econômica considerada correta até aqui”, diz o executivo.

Para Emerson, um cenário político de incertezas não favorece nenhum setor da economia, apenas aumenta a cautela do consumidor, que se esforça para manter um padrão mínimo de consumo, mesmo com o ritmo lento da economia e com a falta de emprego. “Há que se ter bom senso com as ações a partir de agora para encontrar soluções inteligentes para os impasses que vão surgir. Não podemos correr o risco de sofrer ainda mais perdas, como as provocadas pela recente greve dos caminhoneiros, que certamente serão identificadas na pesquisa de maio”, conclui.

A ABAD representa de forma nacional o setor atacadista, que fatura mais de R$ 259 bilhões em 2017. Atendendo diariamente mais de um milhão de pontos de venda em todos os 5.570 municípios do país

Fonte: DCI