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Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 07 de agosto de 2018 às 18:06
As vendas em shopping centers do Brasil cresceram 3,4 por cento em junho sobre igual mês de 2017, conforme o maior movimento nas lojas para o Dia dos Namorados compensou o impacto da Copa do Mundo de futebol no fluxo de visitantes, informou nesta sexta-feira a associação que representa o setor, Abrasce.

"Em junho, datas do varejo impulsionaram a alta, a exemplo do Dia dos Namorados, que apresentou alta de 5 por cento nas vendas, no período", disse o presidente da Abrasce, Glauco Humai, em nota.

O resultado teria sido ainda melhor não fosse pelas paralisações em dias de jogo do Brasil pela Copa do Mundo e, em menor magnitude, pelo prolongamentos dos efeitos negativos da greve dos caminhoneiros.

Regionalmente, o Norte teve a maior alta de vendas em junho (+8 por cento), seguido pelo Sul (+6,2 por cento), Nordeste (+4,3 por cento), Sudeste (+3,1 por cento) e Centro-Oeste (+1,9 por cento), mostrou o índice Cielo de varejo em shopping centers (ICVS Abrasce).

Ainda segundo a Abrasce, a expectativa para o desempenho do setor no segundo semestre é positiva, dada a concentração de datas importantes como Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Além disso, a ampliação dos saques do PIS/Pasep deve trazer alívio adicional às famílias, incentivando o consumo ao lado da elevação do volume de crédito, informou a associação.

Fonte: Reuters
Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 07 de agosto de 2018 às 18:06
Vivemos em uma era digital. Momento em que a tecnologia incita a mudança de comportamento de consumidores e de empresas. Neste contexto, o relacionamento entre marcas e seus clientes ganha novas dimensões. Mas como as corporações podem se destacar nessa nova realidade e gerar mais negócios tendo o usuário final como foco principal?

Os consumidores se adaptaram à era digital há anos. Internet banking, compra de passagens aéreas e serviços de transporte via aplicativo, e por aí vai. Seus hábitos também mudaram: já não consomem, não se locomovem e não buscam por informações como antes. Essa nova era nos exige refletir como estamos nos relacionando com nosso públicos.

Tudo se tornou mais ágil e, em decorrência disso, o volume de informações aumentou. Para acompanhar essa nova fase, a tecnologia facilita a conexão entre empresas e usuários e garante resultados mais assertivos para os negócios.

Porém, ainda há o desafio de educar empresas sobre adotar a tecnologia como aliada em todas as etapas dos negócios. Seja para aperfeiçoar o conhecimento sobre seus públicos e concentrar esforços de maneira estratégica, ou mesmo adaptar seus produtos e serviços às necessidades dos novos consumidores. Muitas organizações trabalham com base em informações genéricas e limitado entendimento do mercado e de potenciais compradores. A consequência é um contingente enorme de clientes invisíveis às lentes usadas pelos modelos tradicionais de prospecção.

Em economias em alto desenvolvimento como o Brasil, companhias especializadas no uso de informação têm capacidade de ajudar seus clientes a aperfeiçoarem o relacionamento com consumidores, gerando mais credibilidade, fidelização e lucro ao oferecer mais produtos e serviços de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Uma empresa que não consegue entender o comportamento de seus atuais e possíveis consumidores perde espaço para a concorrência.

Este processo impacta diretamente a sociedade, pois as empresas passam a olhar o consumidor de forma individual e atender suas necessidades específicas. Dessa maneira, uma pessoa com perfil que antes poderia não ser interessante para uma instituição financeira ou varejista, por exemplo, passa a ser público-alvo. A organização percebe que é possível que essa pessoa tenha acesso a bens e serviços de acordo com seu perfil e comportamento financeiro particular. Isso tudo acontece a partir da análise de dados alternativos.

Há alguns anos, um negócio de sucesso era aquele que tinha uma proposta de valor imutável e mercado voltado para resultados. Na era digital, é preciso estabelecer sinergia com o cliente, investir em pesquisas de interesse e mudar processos. As mudanças não se referem somente à inserção da tecnologia nos negócios. É uma nova cultura organizacional, que semeia e promove a inovação com foco no consumidor e com impacto direto na qualidade de vida da população.

Fonte: DCI