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Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 16 de outubro de 2018 às 12:55
Após a divulgação pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da alta de 4,2% do comércio varejista em agosto, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo(CNC) revisou de +4,3% para +4,5% sua estimativa de crescimento do setor este ano. Foi a primeira revisão positiva desde a greve dos caminhoneiros em maio.

Para a entidade, a liberação de recursos do PIS/PASEP ajudou nas vendas em agosto, injetando no consumo aproximadamente R$ 10,3 bilhões do total sacado nos meses de agosto e setembro, segundo estimativa da própria Confederação. Esse cenário se baseia na percepção de que a economia e o mercado de trabalho seguem em recuperação lenta, e de que as taxas de juros mantêm tendência de queda pelo menos até o fim do ano. Além disso, a taxa de câmbio, que havia apresentado elevação de quase 20% entre maio e agosto, arrefeceu nas últimas semanas, situando-se atualmente no menor patamar dos últimos dois meses. No entanto, passado o “efeito PIS/PASEP”, o setor deverá voltar a enfrentar dificuldades para sustentar o ritmo de crescimento, mesmo considerando a possibilidade de o varejo brasileiro avançar em 2018 um pouco mais do que no ano passado, quando registrou +4%.

PMC

De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje pelo IBGE, em agosto o volume de vendas nos dez segmentos que integram o comércio varejista brasileiro avançou 4,2% em relação a julho. Essa foi a maior taxa mensal desde que a PMC passou a incorporar os desempenhos dos segmentos automotivos e de materiais de construção, em 2003. Destacaram-se as variações apuradas pelos segmentos de vestuário (+5,6%) - melhor resultado desde fevereiro de 2017 (+12,7%) - e o comércio automotivo (+5,4%). Este último ainda foi beneficiado pela redução nas taxas de juros do financiamento de veículos. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o resultado de agosto (+6,9%) também surpreendeu positivamente, representando a maior variação do faturamento real desde o último mês de abril (+8,8% ante abril de 2017). Novamente destacou-se o comércio automotivo (+15,9%), além do ramo de farmácias, perfumarias e cosméticos (+7,4%).

Fonte: CNC
Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 09 de outubro de 2018 às 06:49
Estudo realizado pela Ebit/Nielsen apontou que o número de pedidos na Black Friday deste ano deve registrar uma expansão de 6,4%, chegando a 4 milhões. No ano passado, o número foi de 3,76 milhões. O tíquete médio também deve aumentar. A expectativa é que chegue à média de R$607,5, alta de 8%.

O e-commerce nacional deve faturar R$2,43 bilhões durante o período, que se tornou a data mais importante do comércio eletrônico nacional, à frente do Natal. O faturamento, neste ano, deve registrar alta de 15% na comparação com o ano passado, segundo o estudo da consultoria.

O e-commerce continua como o principal canal de venda durante a data. Neste ano, 57% dos consumidores pesquisaram os produtos de interesse on-line antes de concluir a aquisição, o que representa aumento de 5 pontos percentuais em relação ao número de pessoas que fizeram suas comprar na internet em 2017 durante a Black Friday.

Black Friday estimula o consumo

Neste ano, a Black Friday será realizada em 23 de novembro, e a pesquisa aponta que 88,6% dos e-consumidores pretender comprar alguma coisa por conta da ocasião, o que mostra o potencial da data de expandir o consumo.

Uma das preocupações do varejo com a Black Friday era o potencial que a data teria de captar vendas do Natal, o que, aparentemente, não vem se confirmando. O número de pessoas que pretendem comprar alguma coisa estimuladas pela Black Friday cresceu oito pontos percentuais na relação com o ano passado.

Fonte: Novarejo