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Varejo & Franquias Postado em quarta-feira, 16 de maio de 2018 às 18:47
O varejo brasileiro teve expansão de 2,1 por cento em abril na comparação com o mesmo mês de 2017, descontada a inflação do período, de acordo com o Índice Cielo de Varejo Ampliado(ICVA), divulgado pela empresa empresa de meios de pagamentos Cielo.

Ajustado ao efeito calendário, o índice deflacionado subiu 2,6 por cento, uma aceleração em relação à alta de 2,2 por cento apurada em março no mesmo conceito.

Já em termos nominais, número que reflete o que o varejista de fato observa na receita das suas vendas, o ICVA subiu 3,2 por cento em relação a abril do ano passado.

"O ICVA vem mantendo a trajetória de aceleração e mostrando uma recuperação consistente nos últimos meses, embora de forma lenta", disse o diretor de Inteligência da Cielo, Gabriel Mariotto, em nota.

No mês passado, todos os setores do varejo apresentaram crescimento no conceito deflacionado com ajustes calendário. Na comparação anual, a expansão foi puxada principalmente pelo desempenho dos setores de supermercados e hipermercados, seguido por móveis, eletrodomésticos e lojas de departamento. Por outro lado, o segmento de vestuário e artigos esportivos mostrou desaceleração no mesmo conceito.

Regionalmente, os destaques positivos foram as regiões Centro-Oeste e Sul, que tiveram as maiores acelerações pelo ICVA deflacionado com ajuste de calendário.

Pelo ICVA deflacionado sem ajustes de calendário, na comparação com abril do ano passado, o varejo ampliado na região Norte subiu 7,7 por cento. Na sequência vieram as regiões Nordeste (+3,4 por cento) e Sul (+3,2 por cento). As regiões Centro-Oeste e Sudeste tiveram altas de 1,9 por cento e 0,9 por cento, respectivamente.

Já pelo ICVA nominal, que não considera o desconto da inflação, o destaque foi a região Norte, com alta de 7,8 por cento. Na sequência vieram as regiões Nordeste e Sul com crescimentos de 4,6 por cento e 4,1 por cento, respectivamente. As regiões Centro-Oeste e Sudeste tiveram altas de 3,4 por cento e de 2,4 por cento, respectivamente.

Fonte: DCI
Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 15 de maio de 2018 às 06:50
Após registrar a maior queda de vendas já registrada no quarto trimestre de 2017 com e um recuo estrondoso de 62% no lucro operacional durante o primeiro trimestre de 2018, a varejista americana de moda H&M, uma das mais tradicionais do setor, tenta se reinventar para evitar desperdícios e economizar, em tempos de crise.

Segundo reportagem do Wall Street Journal,  a H&M está investindo em Big Data para ficar por dentro das grandes tendências, ser mais assertiva em suas coleções e, assim, personalizar a seleção e o preço dos produtos em suas lojas.

Primeiramente, de acordo com a publicação americana, isso será feito usando tecnologia que possui ferramentas de reconhecimento de imagem. A funcionalidade controlada pelo staff da marca analisará as tendências das redes sociais e os melhores blogs de moda para identificar novos estilos e o que está realmente em voga. As informações obtidas pela análise serão usadas para a confecção de novas coleções.

Em segundo lugar, isso permitirá uma customização nas lojas da marca. Segundo o Wall Street Journal, a ideia é que o estoque ofereça exatamente o que os clientes desejam. O Big Data consegue acompanhar o que é comprado e devolvido a cada loja. Com isso, as evidências mostram o que, de fato, os clientes mais compram, diminuindo o amontoado de roupas não vendidas nos estoques.

A H & M tem uma pilha crescente em seus estoques, que agora equivalem a mais de US$ 4 bilhões em roupas indesejadas que mofam nos espaços ou roupas novas a caminho das lojas.

Teste

Esse conceito já foi testado em uma de suas lojas em Estocolmo, capital da Suécia, que, de acordo com jornal, reduziu seu número total de itens em 40% no estoque e substituiu itens básicos masculinos, femininos e infantis por aqueles mais caros, rendendo mais à loja.

A H & M não confirmou ao Wall Sreet Journal o quanto as mudanças impactaram as vendas na loja de Estocolmo, mas disse ao jornal que “melhorou significativamente” as vendas neste local.

Fonte: Novarejo