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Estratégia & Marketing Postado em terça-feira, 12 de março de 2019 às 20:25
Não é segredo pra ninguém que qualquer tipo de negócio – seja uma loja ou uma empresa que vende serviços, deve ter presença no âmbito digital. Antes de realizar a compra de um serviço ou produto, qualquer pessoa sempre vai “dar um Google” antes de efetivar a transação.

Segundo o ranking Alexa, o Google é o site mais acessado do planeta, e a ferramenta de busca mais popular na internet. Logo, entendemos que quem domina a web é o Google e é por meio de seus algoritmos que serão definidas as páginas de baixa e de alta qualidade.

Podemos colocar como exemplo empresas que buscam incrementar as vendas online e procuram fazer com que seus clientes as encontrem facilmente através das buscas via Google. Para isso, é preciso que seus sites ou blogs estejam bem posicionados – ou “rankeados”- na ferramenta, já que a pessoa ou empresa que procura por um produto ou serviço através do Google utiliza palavras-chave no campo de busca.

Incluir palavras-chave, gerar links externos e criar o blog é a receita de sucesso.  Correto? Errado! O que é falado com simplicidade e defendido por muitos especialistas já é obsoleto. E, no final, percebe-se que a empresa gastou tempo e dinheiro.

Por isso, não é novidade que o Google influencie diretamente nas estratégias de marketing digital de muitas empresas. Porém, muitas vezes, não nos damos conta de como começamos a utilizar os recursos do Google para implementar novas estratégias de marketing em nossas empresas ou negócios.

Quando as Diretrizes do Google são entendidas, observa-se que o Google faz diferentes exigências para cada tipo de site,  porém, classifica como páginas de baixa qualidade aquelas que não possuem autoridade, especialidade e confiança.

Caso não possua estes três elementos, esqueça qualquer estratégia e contente-se apenas em estar no final das páginas. Para evitar que o Google frustre as estratégias de sua empresa, atente-se em:

Especialidade

O Google necessita saber cada vez mais sobre o fundador do site. Um mini CV ajuda muito a falar sobre o autor e até mesmo quais são os objetivos do site.

Se for um profissional liberal, que entende de determinado assunto, isso deve estar relatado. Em alguns casos, por exemplo, se for um site de e-commerce, deve deixar claro qual é o objetivo, seja ele especializado em multimarcas ou mesmo algo nichado, como canecas personalizadas para super heróis.

E para quem acha que especialidade do autor ou do site seja a única em jogo, engana-se: links externos, referenciando o autor ou blog, ajudam ainda mais. E como fazer isso? Muitas empresas contratam agências de PR ou de comunicação para destacar a especialidade da empresa em sites.

Autoridade

Como a empresa se posiciona com seus objetivos, dentro de seu site ou em externos? Como é o conteúdo gerado para informar sobre os seus produtos? Quem lê sobre este conteúdo e quem concorda com eles? Qual é este engajamento?

Estas e outras dezenas de perguntas são feitas para testar a autoridade das empresas. Nos dias de hoje, percebe-se que muito tem se investido em conteúdo. Mas eles são de qualidade, com pesquisas ou são embasados no “achômetro”

Índice de perguntas e respostas, sendo elas em reclamações, estão em constante avaliação.

Confiança

A reputação da marca é a parte mais importante. E, desde o ano passado, o Google tem potencializado a fiscalização em sites que utilizam meios de pagamento. Quão seguro é o site ou plataforma para comprar determinado produto? Caso seja uma empresa prestadora de serviço, como está a reputação da marca na internet, redes sociais ou mesmo imprensa?

Interpretar as diretrizes do Google e acompanhar as suas atualizações podem contribuir para que empresas se sobressaiam mais do que as outras que estão no mercado e ainda investem em estratégias obsoletas.

Fonte: Empreendedor
Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 12 de março de 2019 às 20:22
Uma antiga demanda dos clientes fiéis da Zara agora será atendida: a marca terá, em breve, seu canal de vendas on-line no Brasil. A rede espanhola anunciou para o dia 20 de março a inauguração de seu e-commerce no país. A plataforma atuará de forma integrada às 57 unidades físicas distribuídas em território nacional.

O site contará com as coleções da Zara para os públicos feminino, masculinos, crianças e bebês. Será possível receber os produtos em casa ou reservá-los para retirada em uma das lojas. As trocas e devoluções de produtos também poderão ser feitas através das lojas ou da plataforma online.

Para São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba, as entregas contam com um prazo reduzido. Comprando até as 15h de um dia, os consumidores já recebem as peças no dia seguinte. Em São Paulo, há até o recurso de entrega no mesmo dia, com o pagamento de uma taxa adicional.

A loja poderá ser acessada pelo site ou pelo aplicativo da marca, disponível em versões para iOS e Android. Com o lançamento, o Brasil passa a fazer parte do grupo de 50 países em que a Zara trabalha com comércio eletrônico. 

Fonte: Fashion Network