Notícias


Varejo & Franquias Postado em segunda-feira, 05 de março de 2018 às 21:49
Migração do comércio on-line para as lojas físicas. Ou o caminho inverso, operações gigantescas do varejo tradicional sendo levadas para a internet. Transformações profundas em  marcas consagradas para que atendam as mudanças de comportamento das pessoas. Saiba quais as dez companhias que se destacaram em 2017 por transformar a maneira de se fazer varejo no planeta segundo a Fast Company e o ranking Empresas Mais Inovadoras do Mundo.
 1ª Amazon

A Amazon foi apontada como a empresa mais inovadora do mundo em 2017 no varejo. A empresa aposta nas lojas físicas depois de dominar o mercado on-line. A primeira livraria da marca foi aberta em Seattle, em 2015. Desde então, a empresa abriu 13 locais e no meio do ano passado adquiriu a Whole Foods, marca do varejo de alimentos, estendendo seu domínio para o setor de supermercados. A Amazon GO, loja totalmente automatizada da marca, também foi destaque em 2017 e agora está recebendo o público amplo depois de meses de testes.

2ª Walmart

O Walmart, é o maior varejista do mundo por receita. Com mais de 4.700 lojas físicas nos EUAe outras 600 do atacadista Sam’s Club, que pertence ao grupo, o walmart ficou na segunda posição entre as empresas do varejo mais inovadoras de 2017. O grupo foi premiado por seu desempenho na modernização das lojas físicas e na difícil tarefa de flexionar sua gigante estrutura para se tornar uma empresa mais digital.

3ª Sephora

A Sephora apostou no lançamento de boutiques de pequeno porte em bairros, oferecendo uma experiência de compra mais íntima. Ao mesmo tempo, a marca continua apostando nas grandes lojas de shopping, onde sempre teve destaque. Além das lojas físicas de diferentes tamanhos, o e-commerce da marca também é destaque. Na internet, a Sephora oferece vídeos educacionais que ensinam as clientes a usar os produtos da marca.

4ª Everlane

Em 2012, a varejista de moda Everlane tinha uma postura rígida em relação ao futuro: jamais abriria uma loja física. O ano de 2017 marcou a mudança do mindset da empresa, com o lançamento da primeira unidade física da marca, em Nova York. A expansão no vareo físico está planejada para os próximos dois anos com novas unidades.

5ª Sugarfina

A varejista de doces finos Sugarfina aposta em lojas ambientadas conforme as caixas de doces vendidas aos seus clientes, são minimalistas e sugerem aconchego. A marca tem apostado no incentivo a artistas na criação de novas embalagens para seus produtos, mantendo o caráter da marca.

6ª AlfredA plataforma Alfred funciona em conjunto com um aplicativo para fornecer aos clientes mais ocupados serviços de mordomo. Isso mesmo, a profissão não está extinta, ao contrário. Com a redução do tempo livre das pessoas, a empresa resolveu oferecer serviços que compreendem abastecimento de geladeira e até mesmo troca de papel higiênico nas residências.

Em 2017, a Alfred assinou um acordo com uma das gigantes do mercado imobiliário e agora vai atender 11 mil apartamentos em edifícios de luxo.

7ª Brandless

A proposta da marca é esconder a marca. Pode parecer estranho, mas faz parte da universalização dos produtos do varejo de baixo preço. Todos os itens custam 3 dólares e o custo reduzido está diretamente relacionado ao fato de que os produtos não perecíveis e itens domésticos são criados pela própria empresa, eliminando intermediários.

8ª Rent the Runway

A empresa desenvolveu uma logística eficiente de transporte e armazenagem para seus serviço de aluguel de roupa. Inicialmente, a Rent the Runway alugava apenas roupas formais, agora, oferece também roupas de trabalho e para ocasiões informais, seguindo a tendência de desapego, esvaziando o armário e dando opções para que não seja mais preciso repetir roupas ou gastar dinheiro com uma roupa nova por semana.

9ª Burrow

A marca de sofás oferece peças de visual tradicional, mas bastante práticas. O maior tormento que um sofá oferece é seu transporte. As peças da Burrow podem ser desmontadas em 10 minutos. Além disso, os módulos podem ser expandidos e contraídos para acompanhar a configuração do ambiente.

10ª M/F People

Greg Alterman, fundador da marca de moda, sofreu um AVC e depois da recuperação tinha dificuldades relacionadas à aceitação de imagens com muitas cores e informações. A tragédia pessoal acabou por dar a ele o insight para lançar produtos simples e minimalistas, sem excessos, focados em oferecer conforto e sensações de calma e bem-estar.

Magazine Luiza é destaque na América LatinaA empresa brasileira ocupou a sétima posição entre as dez empresas mais inovadoras da América Latina e foi a única do varejo no ranking dominado por empresas de tecnologia. O destaque foi o marketplace da Magazine Luiza e sua startup Luiz Labs, responsável pela criação de estratégias de transformação digital e soluções tecnológicas da empresa.

“Ficamos felizes por sermos reconhecidos por uma publicação que é referência no mercado de tecnologia. Mostra que uma empresa brasileira pode ser protagonista no universo digital e que a inovação não é monopólio do Vale do Silício”, diz Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza.

Brasileiras em destaqueAs empresas brasileiras ocupam metade das posições no ranking das Top 10 Empresas Mais Inovadoras da América Latina. Além do Magazine Luiza, Nubank, 99, BovControl e Cargo X, todas nacionais, estão na lista.

Fonte: Novarejo
Varejo & Franquias Postado em segunda-feira, 05 de março de 2018 às 21:47
A Amazon, hegemônica nas vendas on-line no mundo ocidental, perde para seu principal concorrente, o Walmart, quando o assunto é venda de vestuário e calçados na internet. O Walmart lidera com uma certa folga o mercado on-line de roupa, com 41.8% da preferência do consumidor digital. Os dados são do NPD Group e foram divulgados pelo portal eMarketer.

A segunda posição é disputada palmo a palmo. A Target está perdendo mercado principalmente para a Amazon. A diferença entre Amazon e Target é de apenas 0,1% na preferência do consumidor na internet. A pioneira do mercado eletrônico tem 37,4% da preferência e tomou a posição da Target, que tem 37,3%.

A pesquisa abrange os varejistas nos quais os usuários de internet nos Estados Unidos mais compraram roupas e calçados nos últimos 12 meses. Além de Walmart, Amazon e Target, as varejistas Kohl’s (com 32,9%) e T.J.Maxx/Marshalls (com 25.3%) são os preferidos dos consumidores daquele país.

Varejo de moda retrai, mas internet cresce

As vendas de vestuário nos EUA caíram 2% em 2017 em relação ao ano anterior, somando 215 bilhões de dólares. No comércio eletrônico, porém, as vendas de vestuário cresceram 4% e passaram a representar 21% do total.

Outra tendência é a diminuição de gastos por sessão nas compras on-line. A NPD informou que a frequência de compras aumentou em 2017, mas o tíquete médio caiu 5%.

Os dados apontam que 30,3% dos consumidores americanos que passaram a gastar mais na Amazon nos últimos três anos deixaram de gastar na Target. A Amazon também tomou 24,9% de um possível faturamento adicional do Walmart.

Roupas femininas e esportivas em destaque

Os dados apontam que o aumento de vendas no on-line está relacionado principalmente às roupas femininas, que cresceram 4%, e às voltadas para atividades esportivas (classificadas como activewear), com 2% de aumento. Roupas esportivas correspondem a 22% das vendas totais do varejo on-line de moda.

Fonte: Novarejo