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Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 17 de abril de 2018 às 21:32
Desde a primeira edição, em 2016, o Shoptalk procurou trazer startups com novos modelos de negócio para inspirar e mostrar como o espaço para inovação no varejo é um espaço aberto.

Este ano, há uma série de conteúdos que falam sobre a próxima geração de startups com negócios voltados para o consumidor final, uma série de novos negócios sendo apresentados com potencial para ocupar espaços vazios.

Entre elas, destacam-se Rockets of Awesome, 11 Honorés, Bellabeat’s e Lively. Todas elas têm modelos de venda direta ao consumidor e estão mudando a maneira pela qual eles descobrem e escolhem lojas e também como compram. Vale a pena analisar os modelos de negócio, como pretendem ganhar escala em um mercado extraterrestre competitivo.

1. Rockets of Awesome

A startup usa dados em tempo real e machine learning para fazer o design de acessórios e roupas coloridas para crianças. Dessa forma, a empresa desenvolve boxes personalizados que são enviados para mães ocupadas. Uma forma de tornar a compra de roupas para os filhos uma experiência mais conveniente.

Segundo Rachel Blumenthal, fundadora & CEO, sua empresa se de dica a oferecer uma forma mais simples de acompanhar o crescimento das crianças. A Rockets of Awesome permite que cada cliente receba uma caixa com diversas opções de roupa e então pode decidir o que fica e o que pode ser devolvido. A experiência de compra baseada no design faz com que os clientes possam desenvolver suas próprias criações com o mínimo risco ambiental.

Exatamente por isso que a empresa é totalmente verticalizada, controlando cada aspecto da produção, da venda, da entrega. Isso dá mais segurança aos clientes e à empresa que pode entender exatamente quais os modelos que conquistam maior preferência do cliente.

Ao fim desse processo, a empresa consegue fazer das crianças verdadeiros outdoors ambulantes, criando uma sensação de pertencimento, quando mães veem outras crianças usando roupas da mesma marca, a partir das mesmas necessidades.

2. 11 Honoré


A primeira startup a oferecer tamanhos 10-20 (medida americana) para mulheres com design criado direto na linha de montagem. A 11 Honoré saiu do papel para a execução em menos de um ano e seu modelo de negócio oferece sortimento exclusivo para consumidoras que nunca tiveram acesso a esse tipo de produto, por preços razoáveis.

Patrick Herning diz que pretendeu criar uma voz de inclusão, uma voz de simpatia voltada para fazer com que consumidores tenham a experiência de uma vida em contato com a marca. E quem são os consumidores? Mulheres, jovens, de qualquer país, que estão à procura de novas marcas, mais contemporâneas.

A 11 Honoré quer criar uma plataforma de alta moda voltada para mais pessoas, o que a faz procurar sempre por novas marcas e estilos contemporâneos. A empresa já lançou 14 novas marcas e buscam fomentar relacionamentos com os clientes em todos elas.

A plataforma editorial chama-se Page 11, na qual falam sobre moda, viagens, beleza e permitam que as consumidoras possam ver a si mesmas, interagindo com diversos modelos e buscando inspirações. Também já começaram a vestir influenciadora se algumas celebridades para tornar a marca mais plural e presente.

3. Bellabeat’s

Uma espécie de loja de presentes que faz artigos Wearable para mulheres, destinados a checar indicadores de saúde e bem-estar – sono, atividade, fertilidade e quanto tomam de água ao dia. Urska Srsen criou a empresa para ser uma fornecedora de bem-estar fashion.

Os dados da indústria de beleza e bem-estar não param de crescer, e a combinação da tecnologia, da inovação e do bem-estar permite criar um tipo de design e de funcionalidades para os clientes atuais. “Os produtos da Bellabeat’s colocam corpo e mente em um só e fazem objetos ordinários tornarem-se extraordinários”.

A forma pela qual a empresa procura entender mais suas clientes parte de um aplicativo, que traz programas de exercícios, nutrição, e serviços, nos quais os produtos ganham nova dimensão e fazem com que elas possam atingir a melhor versão de si mesmas.

4. Lively

Marca de roupas íntimas que diluiu a diferença ente lingerie, roupa de praia e moda fitness, combinando estilo e conforto, criando uma nova categoria – Leisurée. A empresa controla o processo global de produção, do design à distribuição, com um serviço ao cliente impecável que permite à Lively realinhar a produção dos itens mais populares a partir do feedback recebido.


A missão da empresa, segundo a CEO, Michelle Cordeiro Grant, é servir mulheres que vivem orientadas a propósito, paixões e emoções, de forma honesta e transparente, inseridas e sendo úteis para suas comunidades.

A vantagem competitiva da empresa está no sistema de logística e na gestão da cadeia de valor, baseada em acessibilidade e inovação. As clientes dizem o que a Lively deve fazer para elas, por exemplo, sutiãs sem armação, que valorizem as mulheres como elas são, para que possam exercer a sua própria individualidade. O tempo de reação então precisa ser instantâneo, com fábricas capazes de atender a Lively no primeiro momento. Finalmente, a empresa tem um ethos particular, um estilo de vida que repercute entre as clientes. Uma marca que se orienta a ajudar a comunidade primeiro.

Temos aqui novos exemplos de empresas, todas elas focadas em linhas de produtos agregadas a serviços e a propósitos bem definidos. Veja o leitor que não se trata negócios criados para resolver problemas pessoais. E sim, modelos criados para resolver lacunas de mercado com propósitos bem desenhados.

Fonte: Novarejo
Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 17 de abril de 2018 às 21:29
As empresas logísticas estão desenvolvendo maneiras de acelerar a entrega dos produtos para os consumidores. Uma pesquisa realizada pela Zebra Technologies aponta que 78% dos varejistas americanos devem ter condições de fazer suas entregas no mesmo dia até 2023.

A pesquisa aponta ainda que, até 2028, 40% do varejo daquele país será capaz de realizar entregas em até duas horas. O Walmart está querendo pular à frente a anunciou parceria com uma empresa de entregas de alimentos para reduzir drasticamente o tempo de entrega para todo o território americano.

Para atender a crescente tendência da economia sob demanda, 76% dos varejistas já usam os estoques de suas lojas físicas para atender os pedidos on-line. Cerca de 85% dos lojistas esperam disponibilizar o serviço de compra on-line e entrega na loja até o fim de 2019.

Supply Chain

As cadeias de suprimento da próxima geração do varejo utilizarão tecnologias absolutamente novas, que estão em fase de testes entre os gigantes do setor. As tecnologias mais disruptivas que o varejo americano indica usar até 2028 são drones (39%), veículos autônomos (38%) e robótica (37%).

Código de barras

A tecnologia do código de barras, apesar de antiga, ainda não é uma verdade absoluta, nem no varejo americano. Naquele país, 72% das empresas utilizem códigos de barras, as outras ainda usam procedimentos manuais, algo que inviabiliza as vendas omnichannel. Até 2021, porém, scanners portáteis de código de barras serão usados ​​por 94% dos varejistas.

Fonte: Novarejo