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Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 17 de março de 2020 às 16:21
5 maneiras de transformar a experiência de compra nas lojas “O varejista precisa adotar novas tecnologias e técnicas de gestão para garantir uma melhor experiência de compra ao consumidor, principalmente em datas especiais”, afirma especialista.

O Dia do Consumidor, celebrado no próximo domingo, 15 de março, cresce a cada ano e movimenta uma semana inteira de ofertas e promoções, sendo considerado a principal data do varejo brasileiro no primeiro trimestre do ano. Segundo a Ebit, no ano passado, o faturamento da Semana do Consumidor chegou a R$ 1,174 bilhão. No Google, as buscas pela data cresceram 20% em 2019 em relação ao mesmo período de 2018.
A cada ano, a data também ganha popularidade nas lojas físicas. Para a Sensormatic Solutions, fornecedora global de tecnologia para o varejo, para tirar maior proveito dessa onda de crescimento, é preciso investir em ferramentas, inovações e adaptações de processos.

“A forma como compramos está mudando e isso obriga as empresas a transformar seus modelos de negócios e fazer ajustes”, destaca Gilberto Quintanilha Júnior, gerente de Prevenção de Perdas da empresa. “O varejista precisa adotar novas tecnologias e técnicas de gestão para garantir uma melhor experiência de compra ao consumidor, principalmente em datas especiais”, afirma. O executivo compartilha as principais queixas de consumidores e identificou como a adoção de tecnologias pode melhorar a experiência do cliente, confira:

1) Rupturas
Produtos não disponíveis em gôndolas e estoques são uma constante reclamação dos consumidores. A implementação de sistemas de monitoramento que evitem essa situação é indispensável. O Click Retail, por exemplo, analisa a ruptura de forma rápida, fornecendo informações a todo time de lojas. “No ponto de venda, para produtos que ocupam grandes espaços, é possível utilizar os sistemas de CFTV que analisam alterações e detectam se um objeto foi removido da posição original, como o Video Analytics”, pontua Quintanilha. Para produtos menores, recomenda-se a utilização de prateleiras com pushers, que identificam a remoção dos itens e mostram a necessidade de reposição.

2) Exposição
É comum separar produtos com maior valor agregado dos demais para evitar furtos. “Essa medida diminui o acesso e, consequentemente, o volume de venda dos itens”, explica o executivo. Etiquetas, antenas, cadeados eletrônicos e circuito de câmeras (CFTV) são exemplos de tecnologias que permitem um contato mais próximo do cliente com o produto. “Isso é crucial para uma boa experiência e influência na decisão de compra”, destaca. “Ao utilizar sistemas de prevenção e monitoramento é possível aumentar as vendas em até 40% e diminuir as perdas em 90%”, completa.

3) Filas
A espera no caixa, especialmente em datas sazonais, pode levar o consumidor a desistir da compra. “O monitoramento de filas e de frente de caixa permite ao varejista identificar e corrigir erros operacionais que estejam atrasando o processo de finalização da compra”, explica Quintanilha. O self checkout, outra opção indicada, possibilita que o próprio cliente efetue todo o procedimento de caixa de forma rápida e prática. A Sensormatic Solutions possui soluções que permitem a gestão das filas por meio de análises de vídeo.

4) Estoque
Comprar a qualquer hora e lugar é uma prática comum entre os mais diferentes perfis de consumidores atualmente, e os varejistas precisam estar preparados e adaptados a esse novo modelo de negócio. “A administração dos estoques, no que diz respeito a saída e reposição, é indispensável para que não haja nenhuma lacuna na disponibilidade dos produtos”, pontua o executivo. O Click Retail, por exemplo, fornece a visibilidade necessária dos estoques, vendas e perdas - tudo na palma da mão do varejista.

5) Experiência
Para Quintanilha, apesar das compras online serem responsáveis por boa parte da receita do varejo, as compras presenciais sempre terão seu papel fundamental. “Tempo mínimo de filas, boa estrutura, atendimento adequado, ambiente confortável e facilidades no pagamento geram uma boa experiência e podem fidelizar o cliente”, destaca.
Para o executivo, explorar o cenário atual com o objetivo de entender e descobrir as necessidades dos consumidores é papel de todo varejista. “Investir na experiência de compra é uma forma de aprimorar a relação com o cliente e disponibilizar o melhor atendimento possível”, finaliza Quintanilha.

Fonte: Administradores.com
Varejo & Franquias Postado em terça-feira, 17 de março de 2020 às 16:13
Os apps são vistos como complemento à estratégia física das empresas. 85% dos brasileiros que possuem um smartphone já fazem compras online.

Um dilema que os varejistas sempre enfrentaram é que o cliente do aplicativo não é tão fiel quanto o da loja física. No mundo físico, o consumidor vai à loja que gosta e compra tudo o que quiser lá. No mundo virtual, o consumidor vai em várias lojas e compra onde estiver mais em conta, ou com mais vantagens, como entrega grátis, ou desconto no primeiro uso.
O impasse é verdadeiro, mas isso não significa um problema e sim um cenário de oportunidades, já que o perfil de consumo nas plataformas mobile pode ser completamente diferente do mix de consumo em lojas físicas e nos sites desktop.

O último estudo realizado pelo Panorama do Comércio Mobile (2019) reforçou o que o varejo online já sente: os produtos mais comprados por apps no Brasil são roupas, eletrodomésticos, alimentos e itens de farmácia (remédios e estética). Nos EUA, 65% dos varejistas admitem que a tecnologia móvel está aumentando suas receitas.
Além disso, o número de pessoas que consomem (produtos, serviços, informações) por aplicativos, segundo a pesquisa, vem crescendo regularmente. 85% dos brasileiros que possuem um smartphone fazem compras online por meio do seu aparelho.

Grandes empresas de marketplace estão efetivamente investindo em estratégias para seus apps, com o objetivo de conquistar mais clientes ou aumentar o ticket médio. Um exemplo de sucesso é a Magazine Luiza, que divulgou no ano passado a conquista de 12 milhões de clientes no aplicativo.
Para entender melhor como funciona o comércio via app, como ele impulsona vendas e quais são as tendências desse mercado, a Consumidor Moderno conversou com Marcus Imaizumi, diretor de operações da Applift — multinacional de estratégias para marketing mobile:

Como os aplicativos potencializam vendas?

Há alguns anos os canais mobile, mobile sites e apps, eram mais usados para a pesquisa e busca de informações de produtos que os consumidores estavam interessados. A compra efetiva acabava acontecendo fisicamente na loja. Acreditava-se então que os canais mobiles serviriam apenas como um pré-venda.
Entretanto, com o amadurecimento dos hábitos de compra online juntamente com o avanço da tecnologia e melhoria de navegação, o volume de transações já no smartphones começaram a ganhar força.


Segundo Imaizumi o ponto principal dessa tendência é que os apps possibilitaram que os varejistas pudessem estar mais próximos do consumidor por mais tempo.
“Naturalmente, isso favorece o aumento de chances de uma pessoa fazer uma compra. Pesquisas diversas mostram o quanto o brasileiro está conectado com seus smartphones, em horas de navegação. Sendo assim, nada mais óbvio do que esperar que uma pessoa acesse mais vezes o app da loja do que vá visitá-la fisicamente”, explica.

Para ele é importante lembrar que em datas comemorativas o volume de compras dos brasileiros por apps já é maior que em mercados estrangeiros. “Na Black Friday, por exemplo, os brasileiros realizaram 4,5 milhões de compras através de aplicativos, contra 3 milhões feitas pelos americanos”, ressalta o diretor com base na pesquisa da Appsflyer.

Aplicativos serão realmente tendência?

“Mais do que tendência, é um complemento à estratégia física. Em pesquisas recentes vimos que um dos fatores mais relevante para o cliente em comprar por um aplicativo é poder retirar o produto na loja física. O app é um caminho fácil para ele, que está a todo momento com o celular em mãos e a compra por ali já é vista como segura e prática”, afirma Imaizumi.
O objetivo dos aplicativos não deve ser a substituição de canais de venda (físico pelo mobile), mas sim utilização potencial de engajamento que um app oferece para alavancar as vendas do portfólio de produtos em geral e melhorar a experiência de compra dos consumidores.

Vantagens dos apps

    * De forma complementar, promove categorias de produtos que vendem pouco nas lojas, mas possuem boa saída pelo canal mobile.
    * Promoções específicas para compras por meio do app, oferecendo preços diferenciados, descontos, na medida que o custo de venda em canais     digitais comprova-se menor que o custo de venda de lojas físicas;
    * Um canal mobile pode expandir do dia para a noite a base de potenciais consumidores. Uma rede varejista regional consegue expandir seu     alcance para níveis nacionais e até internacionais.
    * Se o varejista identificar que o canal mobile gera um tícket e recorrência maiores, poderá simplesmente aumentar seu foco de investimentos de     marketing e produto nesse canal e melhorar seus KPI’s de faturamento.

Resultados da utilização de apps no setor, segundo a Applift

* Redução do custo de vendas e logística;
* Aumento dos canais e formas de pagamento mais acessíveis para os consumidores;
* Maior facilidade de expansão geográfica de atuação;
* Possibilita investimentos em marketing em modelos de performance mais eficientes, pois a rede consegue fazer uma análise de retorno de    investimento mais precisos.
* Permite novos modelos de parcerias em etapas estratégicas do funil de conversão. Por exemplo, parcerias com novos meios de pagamento    como as carteiras virtuais (Mercado Pago, PicPay, entre outros), parcerias com empresas de fidelidade que podem oferecer pontos e cashbacks,    etc.

Fonte: Novarejo