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Varejo & Franquias Postado em quarta-feira, 21 de outubro de 2020 às 09:27
Acompanhar o seu negócio e ter a visibilidade do que realmente acontece no campo é o sonho de muitas indústrias, e a REsight pode te ajudar


O momento atípico e extraordinário que vivemos, em que uma pandemia impôs mudanças drásticas na forma que trabalhamos, nos relacionamos com as pessoas e consumimos, vimos a importância que certos produtos têm em nosso cotidiano. Por trás de prateleiras ou estoques cheios, há um complexo trabalho de execução e monitoramento de varejo por parte dos promotores, representantes e, consequentemente, das indústrias de bens e consumo.


Afinal, o que é Execução e Monitoramento de Varejo?

Imagine num mercado, uma gôndola com diversas caixas e garrafas de diferentes tipos e fornecedores de leite, por exemplo. Para deixá-la completamente abastecida, cada marca conta com um profissional responsável por acompanhar e analisar as vendas daquele PDV (ponto de venda) para que, assim, possa mensurar quais tipos de leite precisam ser disponibilizados em maior ou menor quantidade no local.

Este trabalho desempenhado pelo promotor ou representante é a Execução e Monitoramento de Varejo (ou Retail Execution and Monitoring). Além desta, está entre as atividades deste profissional realizar auditorias de varejo, coleta de informações, geração de pedidos, reabastecimento de prateleiras, faturamento ou cobrança de pagamentos, descontos e muitas outras tarefas.

Apesar da capacidade analítica, da experiência e das impressões obtidas pelo promotor ou representante, certas atividades operacionais são trabalhosas e exigem precisão por parte de quem as executa e, por isso, acabam sendo demoradas. E tempo, aqui, é precioso, pois entre uma visita a PDV e outra, o promotor precisa se deslocar, preparar relatórios e, claro, elaborar estratégias assertivas para cada local de sua responsabilidade.


Tecnologia a favor



Para tal, existem hoje soluções tecnológicas que garantem a indústria uma visão mais ampla, detalhada e precisa de cada PDV por meio de sistemas que quantificam produtos na gôndola, elaboram gráficos e entregam dados em real time e que trazem informações únicas sobre o PDV – como as oferecidas pela REsight, solução mais completa de execução e monitoramento de varejo do Brasil.

“Com o uso dessas ferramentas, a indústria garante um aumento de produtividade do seu representante; além de uma melhor visibilidade da operação, dos resultados das visitas realizadas, das informações coletadas pelos promotores e do cumprimento de metas”, explica Christiano Galesi, CEO da REsight.

Segundo o executivo, essas soluções se sobressaem pelo custo-benefício que oferecem, já que, além de promoverem uma drástica redução de despesas decorrentes de estratégias falhas, deslocamentos e de mau aproveitamento de pessoal, também apresentam vantagens pela facilidade de manuseio e implementação.

“Neste meio de bens e consumo, tudo precisa acontecer com muita eficiência. Por isso, nos dias de hoje, fazer relatórios, contagem de produtos, anotações e planilhas à mão é não só ultrapassado, mas, também, contraproducente”, ressalta Galesi.

Para ajudá-lo a entender como a tecnologia pode ser útil ao seu negócio, confira os benefícios que ela pode agregar à sua equipe de campo e à sua liderança.


Ganho de agilidade e poder de negociação em todos os canais de venda

A inteligência artificial, quando utilizada a favor do vendedor, permite que ele tenha visibilidade completa de sua carteira de clientes no smartphone ou tablet. Com apenas alguns cliques ele acessa, por exemplo, o histórico de pedidos, títulos, entregas e pendências – insumos necessários para oferecer um atendimento profissional e individualizado.

Sendo assim, a solução Automação da Força de Vendas proporciona ao representante uma melhor experiência e compromisso com o varejista. Por meio da tecnologia de Machine Learning, o profissional obtém visões preditivas como consumo local, perfil de consumo dos clientes do PDV, sortimento recomendável e outros dados relevantes.

Além de ser disponibilizada no formato de aplicativo – a qual funciona mesmo sem acesso à internet –, a solução conta também com os canais de televendas, Portal B2B e até permite a realização de pedidos por WhatsApp com as mesmas políticas comerciais que são utilizadas nos demais canais.


Visão completa da sua marca no ponto de venda

Aumentar o sell-out e conquistar o ponto de venda é, sem dúvidas, um dos principais objetivos de todas as indústrias. Para que o caminho para atingir esta meta seja assertivo, estratégico e com o menor número de falhas possível, vale investir numa solução de trade marketing. O sistema oferecido pela REsight garante visibilidade de ruptura e permite realizar auditoria de preços, analisar a exposição dos produtos, acompanhar o alinhamento com o planograma, representação gráfica do formato de posicionamento de um produto na prateleira, gôndola e afins, e estudar concorrentes.


Agilidade na captação de dados

Por mais atencioso e experiente que seja o promotor, falhas humanas são comuns e esperadas, então, além de demorado, o método manual nem sempre traz resultados seguros.

Já é possível substituir todo esse trabalho por um “clique”. Com apenas uma foto dos produtos na gôndola, a inteligência artificial aplicada na solução de reconhecimento de imagem da REsight traz um diagnóstico completo, com dados precisos de ruptura, participação e alinhamento ao planograma. Redução de custos e aumento de cobertura e produtividade.

Conforme a equipe de campo vai crescendo, fica cada vez mais difícil traçar as melhores rotas e carteiras manualmente ou até mesmo com o suporte de aplicativos de mapas.

A solução disponibilizada pela REsight, por exemplo, não só traça as rotas de forma automática e em tempo real (ou seja: numa mudança de planos, as rotas são alteradas rapidamente e de forma inteligente), mas traz também informações precisas dos custos das rotas, melhores carteiras de cada representante, bem como um comparativo entre os planejamentos de visitas com a execução real.

Investir num Roteirizador comercial deve ser uma prioridade do negócio pois ao traçar as melhores rotas e carteiras de forma automática para os promotores ou representantes irá ajudar a reduzir despesas e atingir maior cobertura de todos os PDVs.

Relatórios atualizados sempre disponíveis para não ser surpreendido em reuniões

Chegar a uma reunião com dados imprecisos é um dos maiores pesadelos de todo e qualquer líder, além do constrangimento, uma informação errada pode resultar em um grande prejuízo para a companhia. Para resolver este tipo de problema, a REsight dispõe dos Dashboards de Gestão, que são painéis que oferecem uma visão centralizada dos dados capturados em campo, permitindo analisar a operação e extrair insights que auxiliam na direção e estratégia da companhia.

Fonte: Infomoney
Inovação & Atualidade Postado em quarta-feira, 21 de outubro de 2020 às 08:56


O momento de pandemia que estamos vivendo é o mais representativo do conceito VUCA desde que ele foi criado. Como as empresas devem agir e reagir nesse cenário?

VUCA é um conceito criado logo após a Guerra Fria para descrever a volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade do mundo naquela época (em inglês: volatility, uncertainty, complexity, andambiguity). Porém, o momento de pandemia que estamos vivendo é o mais representativo desse conceito desde a sua criação. As mudanças trazidas pelo coronavírus têm afetado igualmente profissionais, consumidores, empresas e instituições. Além disso, vemos guerras comerciais, desafios ambientais e consumidores questionando valores e a procura de novas identidades que melhor os definam em suas jornadas.

Nesse sentido, todos estão em busca de referências para atravessar esse período tão conturbado. Como agir, reagir e fazer as empresas superarem o ambiente VUCA? Os desafios para isso foram abordados no painel “O Mundo VUCA de verdade começa agora. O que fazer, CEO?”, do CONAREC 2020. O debate contou com a mediação de Victor Cremasco, sócio e relações institucionais da Mandalah, e participação de João Pedro Paro, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul; Paulo Correa Jr., CEO da C&A; Juliano Bove, diretor regional do Estado de São Paulo da Gympass; e Tatiane Panato, presidente da Algar Tech.

Logo no início da conversa, Victor Cremasco chama atenção para como as empresas podem aproveitar as características do mundo VUCA para se destacarem. “As pessoas ainda tendem a classificar a complexidade como uma coisa negativa. Muitos interpretam VUCA como uma muleta, como algo externo que foge do nosso controle, que faz com que as coisas sejam confusas e imprevisíveis. Mas acho que, gradativamente, o mundo vai se tornando tão complexo que as pessoas vão normalizando o entendimento de que não se trata de uma crise, não vai passar. Essa é a nova regra do jogo, as coisas são dinâmicas. A gente precisa se acostumar e desenvolver novas musculaturas, novas habilidades para navegar e se diferenciar nesse mundo”.


É HORA DE PLANEJAR?

Entre essas novas habilidades está a necessidade de repensar processos. A cultura de planejar, de querer “domar” o futuro, bate de frente com a imprevisibilidade do presente. O que os líderes devem fazer nesse cenário?

Para Paulo Correa Jr., CEO da C&A, o planejamento ainda é importante, o que muda é o modelo. “A dinâmica de mercado está montada em cima de modelos financeiros, todo mundo quer saber os números daqui dois, três anos. O exercício do planejamento vai continuar existindo e ele tem um grande valor, de gerar uma visão, um alinhamento dentro da organização, ele tem o valor de você poder estabelecer cenários e ter a sensibilidade de entender se vai seguir para um lado ou para o outro. Mas o planejamento tem que ser usado com moderação, você ficar amarrado nos números dado toda a incerteza não faz sentido. É preciso criar mecanismos para ao longo da jornada fazer ajustes”.

A visão é corroborada por Tatiane Panato, presidente da Algar Tech. Segundo ela, o entendimento macro ajuda a entender as ambições na prática e engajar a empresa para um propósito. “O principal ponto que muda é a nossa capacidade de adaptação ao longo do tempo de acordo com as mudanças que acontecerão. A nossa regra a partir de agora é conseguir identificar quais são os possíveis cenários pensando no que está acontecendo no mercado naquele momento e quais são as tendências que aquilo vai causar no futuro. É muito importante estar alerta ao que está acontecendo ao seu redor para desenhar cenários e fazer mudanças na medida em que eles acontecem. Essa é a chave para evoluir na questão do planejamento”.

Esse organização necessária para reagir como empresa aos desafios que se apresentam a cada momento é comentada por João Pedro Paro, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul. “Precisamos sempre lembrar que temos um norte, e ele não vai ser esquecido em nenhum momento, mas a gente não vai conseguir andar exatamente como a gente está andando. O desafio de todas as empresas é crescer, é ganhar mercado, é atender melhor os clientes, isso não vai mudar. Então como a gente faz isso melhor? Precisamos nos adaptar a essa visão e não ficarmos presos ao problema do orçamento, que é a nossa deficiência. Na verdade, o que importa é ganhar o jogo e ser melhor.”

Tudo isso pode ser visto na prática na mudança de operação da Gympass com a pandemia. A plataforma de acesso a atividades físicas e qualidade de vida vinha em forte crescimento, mas boa parte do negócio dependia de visita aos estabelecimentos físicos, que foram fechados. Juliano Bove conta que, ao perceber o que aconteceria, rapidamente a empresa adaptou o planejamento e lançou um serviço digital para continuar atendendo os clientes. “A gente se transformou de acordo com o modelo de negócio que existia e hoje podemos olhar para trás e dizer que a gente sabe muito mais do que antes. Eu acho que essa é a essência do VUCA”.

No cenário de pandemia que estamos vivendo, adaptação é a palavra-chave. O modelo de gestão está sendo repensado, desde o processo de planejamento até as responsabilidades para as tomadas de decisão, para que as empresas possam acompanhar todas as mudanças. Mas nunca deixando de lado os objetivos iniciais.

“A realidade é VUCA e a tomada de decisão é VUCA, mas as empresas não podem ter uma cultura VUCA. Os valores, as premissas e as estratégias precisam estar muito bem definidas para se ter a tranquilidade de tomar decisões.” – Victor Cremasco, sócio e relações institucionais da Mandalah.

Fonte: Consumidor Moderno