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Economia & Finanças Postado em terça-feira, 16 de outubro de 2018 às 13:15
 As exportações brasileiras de calçados atingiram 9,86 milhões de pares em setembro, com recuo de 14% em relação ao mesmo mês de 2017. Em valor, houve queda de 26,2%, para US$ 71,64 milhões. Os dados foram compilados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

No acumulado de janeiro a setembro, o setor calçadista atingiu 78,87 milhões de pares, com queda de 10,7% em comparação ao mesmo período do ano passado. Em valor, houve retração de 12%, para US$ 700 milhões.

De acordo com a entidade, o resultado deveu-se à desvalorização de moedas em relação ao dólar. Ao mesmo tempo em que o real se desvalorizou, moedas de países compradores de calçados brasileiros perderam ainda mais valor em relação ao dólar. Com isso, os calçados brasileiros ficaram mais caros para grandes países compradores, como a Argentina.

Destinos

No acumulado do ano, a Argentina se manteve como principal destino do calçado brasileiro, com o embarque de 9,4 milhões de pares, em alta de 13,2%. Em valor, houve aumento de 16,4% nas exportações, para US$ 115 milhões.

O segundo país de destino foram os Estados Unidos, com vendas de 6,45 milhões de pares, em queda de 14%. Em valor, os embarques somaram US$ 108,82 milhões, em queda de 21,6%.

A França foi o terceiro maior destino, com 5,3 milhões de pares exportados por US$ 43,37 milhões. Em volume, as vendas cresceram 37,6% e, em receita, 6,5%.

Importações

Em setembro, também houve queda nas importações de calçados. No mês, o país importou 2 milhões de pares, 9% menos que no mesmo intervalo de 2017. Em valor, houve retração de 22,8%, para US$ 28,6 milhões.

No acumulado do ano, as importações somaram 21,8 milhões de pares, com incremento de 15,5%. Em valor, houve aumento de 3,3%, para US$ 275,7 milhões.

As principais origens das importações foram o Vietnã, com 9,64 milhões de pares e alta de 15%; Indonésia, 3 milhões de pares e queda de 1,8%; e China, com 6,8 milhões de pares e avanço de 38,2%).

As importações de partes de calçados -- cabedais, palmilhas, solas, saltos, entre outras -- atingiram US$ 39,2 milhões no acumulado do ano, com crescimento de 32%. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.

Fonte: Abicalçados
Gestão & Liderança Postado em terça-feira, 16 de outubro de 2018 às 13:13
Recentemente, o fundador da Amazon, Jeff Bezos, se tornou o homem mais rico do mundo, segundo a revista Forbes. Ele é a primeira pessoa a ter um patrimônio de mais de US$ 150 bilhões na história da lista da publicação, que é feita há três décadas. Bezos é CEO e tem 16% das ações da empresa que atingiu US$ 1 trilhão em valor de mercado nos Estados Unidos.

Além da Amazon, Bezos comanda uma empresa que investe em tecnologia espacial. A Blue Origin está desenvolvendo um foguete reutilizável que, segundo seu fundador, transportará passageiro. Jeff Bezos também é dono de The Washington Post, uma das principais publicações norte-americanas.

A primeira colocação de Bezos na lista da Forbes mostra a força do varejo americano. Juntos, os 8 varejistas mais ricos dos Estados Unidos têm cerca de US$ 328 bilhões. Confira o perfil de cada um e algumas curiosidades:

Robson Walton (#15)

Rob Walton comandou o Walmart até 2015. Ele é o filho mais novo de Sam Waltom, o fundador de uma das maiores varejistas do mundo. Segundo a Forbes, Rob tem um patrimônio de US$ 44,6 bilhões. Além de ainda participar do conselho do Walmart, o norte-americano comanda a Walton Family Foundation, que já distribuiu US$ 536 milhões em educação e causas ambientais.
Phil Knight (#28)

É o fundador da gigante de artigos esportivos Nike. Philip e o cofundador da empresa investiram US$ 500 para começar a Nike, que hoje fatura cerca de US$ 34 bilhões por ano, tem 74.400 funcionários e está presente em 52 países. Knight pagou cerca de US$ 35 a um estudante para desenvolver o famoso logo da marca. O patrimônio de Phil Knight é estimado em US$ 32,1 bilhões.
Leonard Lauder (#35)

Lauder passou três décadas à frente da Estée Lauder Companies, gigante do ramo de cosméticos. No período em que ficou no comando da empresa, o nova-iorquino adquiriu grandes marcas, como MAC e Aveda nos anos 90. No final da década, em 1999, Lauder deixou o comando da empresa, mas ainda é o presidente emérito da Estée Lauder Companies. Seu patrimônio é de cerca de US$ 12,5 bilhões.
Pierre Omidyar (#38)

É o fundador de um dos maiores marketplaces do mundo, o eBay. Omidyar fundou a empresa em 1995, quando ele mesmo escreveu o código do site. O francês naturalizado norte-americano investe em jornalismo. Ele fundou a First Look Media, que controla a publicação The Intercept, que tem uma sucursal no Brasil. Além disso, o bilionário lançou no ano passado um fundo para defender a liberdade de imprensa. O fundo financia jornalistas e suas fontes em batalhas judiciais que envolvem reportagens.

Hoje, Pierre Omidyar tem apenas 7% das ações do eBay, mas ainda faz parte do conselho da empresa. Seu patrimônio é de US$ 10,6 bilhões.

John Menard Jr. (#41)

Fundou e comanda a Menards, varejista de artigos para a casa. A rede tem mais de 300 lojas e fatura US$ 10 bilhões por ano, cerca de US$ 100 milhões a menos que o patrimônio de seu fundador, estimado em US$ 10,1 bilhões. Menard é conhecido por praticar o microgerenciamento – ele pede que todos os gestores marquem seus horários no relógio de ponto da empresa, independentemente da posição na hierarquia– e pela paixão por automobilismo – ele comandou uma equipe na Nascar e na Fórmula Indy.

Hank e Doug Meijer (#68)

Os irmãoes Meijer comandaram uma rede de supermercados homônima até o ano passado. Eles herdaram a empresa do pai em 1990. A Meijer tem mais de 230 supermercados nos Estados Unidos e sua receita anual é de US$ 17,7 bilhões. Juntos, os irmãos adquiriram um patrimônio de US$ 6,8 bilhões.

Ralph Lauren (#71)

Ralph Lifshitz, casado com Ricky Lauren, começou a construir sua fortuna quando era estoquista e decidiu fundar a Ralph Lauren. Hoje, seu patrimônio é avaliado em US$ 6,8 bilhões. Lifshitz começou a empresa de moda em um pequeno escritório no famoso Empire State. A história da companhia mudou quando a Neiman Marcus, uma loja de departamento, fez um pedido de 1.200 gravatas.

Fonte: Novarejo